E se der tudo errado?
Alguns leitores têm me questionado sobre os riscos de fundos de investimento em imóveis, poupança, tesouro direto (a maioria me pergunta sobre as ações). A maioria dessas perguntas tem como pano de fundo uma grande questão: “E se der tudo errado?” E se a poupança tiver uma rentabilidade inferior à da inflação? E se houver realmente uma bolha imobiliária e o preço dos imóveis (e dos Fundos de Investimento Imobiliário) despencar? E se os juros do tesouro direto dispararem e o valor dos papéis cair? E se as ações continuarem andando de lado por décadas a fio? E se? E se? E se?
A única certeza: se tudo der errado, quem economizar ainda estará em melhor condição do que se não tivesse economizado nada
É isso mesmo. Mesmo que tudo dê errado, a economia mundial vá pelo ralo, a inflação suba e seus investimentos dêem retorno negativo, a probabilidade é alta de que você esteja em melhor condição tendo investido do que se apenas tivesse gastado o seu dinheiro.
Afinal, o primeiro efeito de a economia mundial e a brasileira irem pelo ralo é a derrocada dos níveis de emprego. Com isso, aumentam as chances de qualquer pessoa perder seu emprego – e, nessas condições, se ela tiver economias investidas, poderá manter seu padrão de vida com alguma dignidade até que conseguisse recuperar um posto de trabalho. Já nesse ponto ela estaria em vantagem perante quem não economizou nada e tem que torcer para manter o atual emprego.
Mas, mesmo se esse cenário de tragédia global não se cumprir – o que é mais provável -, quem economizar e investir estará em melhor condição do que quem apenas gastar seus recursos no presente. Mesmo com um retorno financeiro baixo (ou até negativo), economizar agora é essencial para usufruir recursos que, mais tarde, farão a diferença. Afinal, ninguém sabe como será a velhice e, provavelmente, o sistema previdenciário não será suficiente para assegurar os recursos necessários para vivê-la bem. Veja a seguinte tabela:

O quadro mostra três situações de alguém que investisse R$ 10.000 por ano (R$ 833,33 por mês) durante 40 anos. Para facilitar as contas, eu embuti a inflação nos cálculos e levo em consideração que o investidor, a cada ano, adicionaria aos investimentos um valor suficiente para compensar a inflação do período. Nosso heróico investidor é um sujeito de azar, que pegou 40 anos de péssimos retornos.
Na primeira coluna, estão os resultados obtidos por ele se ele conseguisse a façanha de ter o rendimento de -5% ao ano abaixo da inflação. Nessa situação, ele teria obtido, ao final de 40 anos, o equivalente a R$ 165.582,00. Não é muito… mas lembre-se de que ele teve um retorno negativo por quarenta anos seguidos – e ainda assim conseguiu acumular um patrimônio relativamente bom para quem viveu em um cenário tão tenebroso.
Na coluna do meio, está a situação de alguém que conseguiu apenas compensar a inflação: não teve ganho real algum, mas também não teve rentabilidade negativa. Ficou no zero a zero. E mesmo assim conseguiu acumular R$ 400.000,00. Nada mal para quem viveu tamanha hecatombe na economia mundial, concorda?
Por fim, na tabela da direita, está a situação de um investidor que conseguiu acumular um rendimento mais razoável: + 5% acima da inflação. Também não é muito, mas nosso investidor conseguiu alcançar um patrimônio mais significativo: R$ 1.268.397,63. Algo bem factível mesmo em situações de crise, em uma carteira de investimentos diversificada.
Moral da história…
O que esses números indicam? Eles ensinam que, mesmo que você invista mal e seja um imenso azarado, ainda assim é melhor investir do que gastar todos os seus recursos. E isso em cenários altamente improváveis, com rentabilidades extremamente baixas para um período tão longo quanto 40 anos. Acredito que muitos dos leitores estejam preocupados com a rentabilidade do longo prazo por estarem assustados com o panorama de crise que temos visto nos últimos 4 anos, desde que estourou a crise do mercado imobiliário nos EUA. Depois dela, vieram as crises da dívida soberana nos países do Euro. Não duvido que logo virão outras crises.
Mas, quando olhamos para trás, o cenário é o mesmo: uma crise atrás da outra, mas a economia global sempre se recuperou. O século XX passou por 2 guerras mundiais, por várias guerras pontuais, várias crises financeiras que derrubaram a atividade econômica, mas sempre houve a recuperação. Minha esperança vem das lições ensinadas pela história; mas, mesmo que elas não se realizem, sei que ainda assim quem investir hoje estará em melhor condição do que quem não o fizer. Investir não é garantia de riqueza; antes de tudo, é uma proteção contra a miséria.
Categoria: Educação financeira







Excelente Artigo !! Parabéns !!
Vamos ver esta próxima segunda-feira. Se realmente o partido radical de esquerda vencer as eleições (com risco iminente da Grécia deixar o Euro), teremos umas boas pechinchas na Bovespa no decorrer da semana.
No mais, concordo com sua síntese: Quem economiza, está sempre em melhores condições.
E se eu economizar, formar uma poupança hoje e…morrer amanhã?
Vanessa,
Acredito que devemos estar preparados para o pior cenário possível. Devemos viver uma vida equilibrada, de tal forma que, se morrermos cedo, saberemos que teremos curtido uma parte do que a vida oferece. E, se morrermos tarde, saberemos que vivemos uma vida em que nunca faltaram bens básicos, essenciais para uma vida satisfatória. Não acho que “viver a vida adoidado” seja solução de nada, como algumas pessoas que conheço acabam fazendo – não poupam e vivem no cheque especial, esperando que a sorte grande lhes apeteça e os tire do sufoco.
Abraços,
Fábio
Parabéns pela paciência.
Perguntas como a da Vanessa só corroboram com o fato do brasileiro ter um nível baixíssimo de poupança em relação ao PIB.
É a tal filosofia “deixa a vida me levar” levada às últimas consequências, provavelmente à revelia do próprio poeta.
E se você não morrer amanhã e viver até os 92 anos? Será que a previdencia(INSS) vai ser suficiente para suprir seus gastos?
Pelo menos só poupou por um dia, não é Vanessa!
Vanessa, bem vinda ao mundo dos investidores. (perdão se não for novata, é por que parece ser)
Eu e muitos outros não poupamos o essencial, mas o que você escolheu poupar para aportar em algum plano de investimento. Não devemos poupar para viver com dificuldades.
Passe mais tempo por aqui, leia livros, veja vídeo, que num estante tudo começa a ficar claro.
Acompanho os comentários da Vanessa já tem um tempo. Acho que ela é uma profissional da área financeira.
Os pontos que ela coloca sempre causam boa discussão. Ela não é novata não.
Com certeza! A Vanessa é uma das excelentes visitantes do blog. Sei que ela só quis fomentar a discussão… e, como visto, deu certo!
Achei um ponto interessante no comentário da Vanessa: para muita gente, poupar ainda significa passar privação ou viver uma vida sem graça, com zero relacionamento social.
Há uma diferença básica entre o pão-duro (a pessoa que faz de tudo para ter uns trocados a mais poupados) do investidor consciente. O investidor consegue conjugar sua vida financeira com a máxima ‘mais vale um gosto que dinheiro no bolso’. Ou seja, mesmo poupando, o investidor se dá o direito de vivenciar alguns gostos e prazeres.
Nem tanto a um extremo (poupar por poupar simplesmente) nem tanto ao outro (gaste tudo o que puder e mais um pouco para viver o agora). A grande questão é ‘vou morrer amanhã ou daqui a 50 anos ?’. Se você sabe que vai morrer amanhã, então eu digo para você viver tudo o que puder hoje. Mas, e se você ainda viver por 50 anos ? Vai passar esses 50 anos pagando o estrafego que fez ontem e hoje e contando os centavos para sobreviver o dia-a-dia?
Eu mesmo aprendi, da pior forma, que deveria ter poupado mais e me preparado melhor para quando chegassem os filhos. Eu poderia estar um pouco menos preocupado com esse assunto se tivesse feito um colchão melhor, paciência… Mas concordo com a idéia do Fábio de que quem poupou, mesmo que algo dê errado, essa pessoa estará melhor do que quem não poupou nada.
Abraços,
Não sei a idade da Vanessa, mas como já passei dos 40, entendo perfeitamente o que é a impaciência da juventude, até porque também já tive essa idade.
Cinco anos na perspectiva de quem tem 40, é uma coisa. Na perspectiva de quem tem 20, é uma eternidade, algo que nunca chega.
Mas reconheço que é complicado, para alguém que é jovem e tem um salário apertado, ter que poupar. Muito, muito mais complicado, é como era o meu caso (e de muitos outros neste Brasil afora): Tinha que ajudar SUBSTANCIALMENTE em casa, pagava TODAS minhas despesas pessoais, inclusive estudo na faculdade paga (não sei como é hoje, mas naquele tempo a maior parte dos cursos das públicas era no horário para quem não precisava trabalhar).
Então, fui exceção: Apesar de tudo, tinha disciplina para poupar os caraminguás que sobravam. Não cheguei a passar privação, mas estive bem próximo disso. Pão durice? Não, era a necessidade de ter algum futuro, de sair daquele atoleiro que conhecidos meus de mesma idade e meio social aparentemente não viviam, já que seus pais estavam numa situação finaceira melhor, algo bem diferente do que acontecera com os meus pais, que tiveram queda no padrão de vida.
Poderia dar uma de moralista e dizer: “Mas hoje estou bem, tirei de letra, tudo passou!”.
Não é bem assim. Realmente passou, realmente estou bem, e hoje, felizmente tenho uma vida bem confortável e posso realizar muitas coisas que quero. Me considero uma pessoa feliz.
Mas quando me lembro da minha juventude, simplesmente não sinto saudades, e olho até com desprezo para aquela época. Praticamente não tinha vida social. Quantas baladas, quantas meninas deixei de conhecer? Não era muito feliz àquele tempo.
Anteontem foi Dia dos Namorados (uma data consumista, diga-se), e estava justamente me lembrando disso: Namorada? Ah, ah, ah! Foi algo que só me foi aconteceu depois dos 25 anos de idade. Até então, secura total.
Ficou um trauma, sabe? Até hoje vejo o Dia dos Namorados com relativo desprezo. Desculpe o desabafo, Vanessa, mas a vida é assim mesmo, complicada : Você tem que fazer escolhas, às vezes as opções no cardápio são muito poucas, quando não, uma só.
Álvaro, sei exatamente do que você fala. Você não está só.
Alvaro, fiquei emocionado com seu relato.
Todos sabem no meu blog que sou adepto do meu pobretão way of life que nada mais é que sofrer muito para aportar alto sem aproveitar muito a vida pois odeio o mundo do trabalho (nem em médico posso ir, posso morrer ali que meus colegas vão rir de mim), acho ele pútrido, nojento, passa-se 70% da vida ligado a trabalho (transito, estudos e trabalho em si).
Para isso economizo muito para ser rico e feliz.
Também as mulheres não gostam de mim por ser feio e pobre, não tenho ninguém nunca, nenhum prazer, por isso junto grana para poder fazer tratamentos estéticos e parar de trabalhar o mais cedo possível.
Carpe diem? Ora, você curte só um final de semana o resto da semana é parado esperando o trabalho ou trabalhando.
Também sou poupador e consigo realizar certos “prazeres” com a remuneração das nossas sagradas “rendas fixas”.Agora,Fábio, como você sabe muito bem,ao se fecharem algumas oportunidades financeiras,abrem-se outras e é nesse ponto que entra o “farejador” de oportunidades,momento esse que se anuncia com esses momentos decisivos de contágio na Europa.
Diria que sua tabela pode ser útil para uma pessoa que é solteira,não tenha filho,more com os pais e tenha emprêgo de salário considerável.Não aplicaria seu raciocínio para pessoas com perfil diferente,ao menos que tenham herança a ser resgatada.
Como sou Dentista,fico sempre com rendimentos de profissional liberal,sem,contudo,obter renda sempre calculada;vêm daí meu hábito de poupar 30%dos meus honorários “sagradamente”.
Outro ponto de sua tabela fictícia, esta na grande estabilidade de aportes consecutivos e calculados,sendo necessário ter garantias de emprêgo ,situação essa quase utópica nos nossos dias.
Cramulhão,
Nessas contas, é sempre necessário fazer algumas pressuposições… a tabela é apenas um modelo para demonstrar um raciocínio, no fundo.
Abraços,
Fábio
é Fabio
nada como seguir um plano de investimentos e ir aproveitando as oportunidades que se apresentam; ora na renda variável, ora na renda fixa.
crise vem e crise vai, já estou há 15 anos no mercado e todas elas foram excelentes oportunidades de Compra e não de venda
quanto mais informação e mais consciente o investidor estiver, melhor para ele!
[]´s
Tetzner – Autor do Livro: Os Segredos de um Investidor de Sucesso
http://www.bookess.com/read/12523-os-segredos-de-um-investidor-de-sucesso/
Fábio,
falou tudo! Poupar é importante. Ter uma reserva é importante para os imprevistos, seja os ruins (acidentes, emergências, etc) sejam bons (oportunidades incríveis que de vez em qdo aparecem…)
E, mais ainda, como a história já mostrou, em tempos de crises agudas os que vivem bem são os donos (pois repassam inflação) e os grandes poupadores (junto aos bancos). Normalmente, todos eles saem das crises muito mais ricos. Fácil de entender: os outros saem da crise com dívidas.
Sobre o outro assunto discutido do Carpe Diem…..
bom, tenho uma teoria que é uma grande ilusão. “Aproveitar como se não houvesse amanhã”
Se você possui 100mil hj e resolvesse torrar tudo aproveitando, então com ctz irá aproveitar, mas irá aproveitar um padrão de vida que 100mil vai ti proporcionar (por muitíssimo pouco tempo, diga-se de passagem)
Caso fosse juntando mais dinheiro, poderia desfrutar de uma padrão de vida cada vez melhor com o tempo.
Carpe Diem de pequeno investidor vai ser limitado a, no máximo, um carro bom e 1 viagem por ano.
Alguém considera isso como “viver como se não houvesse um amanhã?”
Como muitos já citaram acima, o equilíbrio é fundamental.
[]s!
Sempre que sou questionado por mim mesmo ou por outras pessoas se a minha estrategia der errado e eu nao conseguir alcançar meus objetivos eu costumo brincar fazendo o seguinte comentario, se tudo der errado e eu perder td ainda me resta vender td e ir viver em uma comunidade hippie rs rs rs rs.
Olá pessoal,
Sei o quanto é difícil para a média das pessoas conseguir investir pensando no futuro. Mas, acontece que pensar no futuro é parte inerente ao ser humano. Ter disciplina e perseverança é fundamental. Só posso afirmar por experiência própria, que investir parte do que ganhamos é garantia de satisfação com o passar do tempo. Há 14 anos não imaginava em ter casa própria e fechar o mês sem entrar no cheque especial. Hoje tenho a grata satisfação de ter conquistado patrimônio que supera os 6 dígitos e entrar no cheque especial, somente por despesa inesperada. Sugiro ler o livro “O homem mais rico da Babilônia”, trará luzes ao assunto em tela. Abraços.
Midas,
Bela dica.
Já fiz até uma resenha do livro.
Dei uma olhadinha na resenha. Muito boa. Apenas complementado, entenda como uma contribuição, o livro sugere que se tenha como despesas ordinárias 70% da renda líquida, destinando 20% para pagamento de dívidas, preferencialmente relacionadas a aquisição de bens imóveis, mas também poderá ser destinada para pagar outras dívidas, e investir os 10% restantes.
Penso que é totalmente plausível praticar isso. Basta compreender o motivo de tal medida. Diria que atualmente, poderia entender-se por praticar consumo auto-sustentável ou consciente. Os benefícios em seguir estes ensinamentos são inestimáveis.
Só digo uma coisa, do mestre buffet: in a bear market, CASH IS KING!!!
Concordo com você, Fabio. Se o pior acontecer, é melhor ter uma reserva do que não ter nada. A poupança significa uma privação de consumo imediato, tendo diversos objetivos diferentes. Acho que ninguém poupa tendo como objetivo “se dar bem” numa situação de catástrofe, já que ninguém quer vivenciar uma situação de catástofre. Mas caso ocorra o pior, quem tem uma boa reserva terá condições de passar mais tranquilamente pela turbulência.
Como de costume, um bom post do Fábio. Vanessa, gostei da discussão que tu criaste com seu comentário, e acho que cabe um certo equilíbrio em sua decisão, ou seja, deves ficar no meio-termo entre não investir nada, o que pode gerar sérios problemas no futuro, caso alguma situação adversa te ocorra ou investir todo teu salário e levar uma vida em função de um acúmulo de capital que não lhe trará felicidade por si só. Acho que aplicar 10% do salário padrão e pelo menos metade de eventuais bônus que ganhares seja uma boa quantia para começar a investir, mas tais valores devem ser analisados de acordo com a tua realidade. Se estás endividada, é conveniente primeiro pagar as dívidas para depois começar a investir, mas se tens dinheiro sobrando e não sabes onde gastar, aconselharia-te a investi-lo “sem dó”.
Se morreres amanhã, o que é bem improvável, e tu tiveres poupado 10% de alguns salários, ao menos não deixarás que tua família arque com as despesas do funeral e das formalidades legais para o caso. Se sobreviveres por mais tempo e poupares racionalmente parte do seu salário, chegará um momento em que terás um padrão de vida melhor devido ao teu zelo para com teu capital.
Um abraço.
Acho que vocês todos estão “redondamente enganados”.A Vanessa ,pelo que li nos outros posts,me parece ser Economista das mais entendidas e essa indagação no início do Blog ,foi pura “tirada” com o Fábio.No bom sentido,claro.
O bom dessa discussão toda ,é que notamos que a esmagadora maioria vivenciou aquela que foi a “década perdida”,dos anos 80 e a “semi perdida ” dos anos 90.No fundo,no fundo ,todos temos um certo trauma da fragilidade financeira que outrora atravessamos e quase instintivamente nos obrigamos a poupar por simples mêdo de que aquela fase fosse se eternizar.
Excelente post do Dr.;suscitando desabafos e impagáveis resenhas.
Congratulações a todos.
Excelente artigo Fábio!
Muitas pessoas ficam pensando já de forma negativa ao investir mas como bem resumido no estudo melhor investir com rentabilidade negativa do que não investir nada. Divagações do tipo “se eu morrer logo” são meramente filosóficas, ninguém pensa em morrer logo por isso é importante um planejamento de longo prazo e mesmo se isso ocorrer sua família terá um apoio financeiro que será de grande ajuda, principalmente se for a única fonte de renda da família como acontece bastante no cenário brasileiro.
Abraços!
Boa Tarde Fabio,
Gostaria que voce e quem estah lendo esse coment, me desse algumas dicas, por favor …
Vou resumir para ser breve
Tenho 27 anos e tenho como caracteristica ser organizado financeiramente, no entanto, certo dia fiz uns calculos basicos e percebi que investir a longo prazo me traria bons resultados,no qual seria reinvestido em meu sonho, que eh ser Construtor.
Procuro um investinento que renda 0.8% liquido ao mes, hoje tenho um CDB-DI que estah rendendo 87.00% do CDI, ou seja, fora dos meus objetivos …
Minha Situacao Financeira
Capital Inicial … R$ 30.000.00
Depositos Mensais ..R$ 1.600.00 + PL + 13′ + Economias
Acumulado Anual ….R$ 35.700.00, ou seja, em torno de R$ 3.000.00 mensais
Prazo Inicial ………. 66 meses. Para depois reinvestir em construcao de casas
Juros do Ivestimento: 100 % reinvestidos
Perfil …………….Conservador
Como procuro um investinento que me retorne 0.8% Liquido ao mes, gostaria saber de vc, o que vc me recomendaria.
Estou pensando em Alguns Investimentos
– Tesouro Direto NTN B Principal com Vencimento para 2015
– FII, estou muito afim, porem a cotas negociadas em bolsa me deixa cetico
– LCI, ainda estou estudando sobre o assunto.
- CDB, vou mante lo devido a liquidez.
Como ainda nao adquiri investimento que me renda 0.8 % Liquido ao mes, eu compenso depositando o que faltou para chegar nessa porcentagem.
Enfim, eh isso, gostaria muito que vc e quem estiver lendo me ajudasse.
Abracos e bons investimentos a todos !
Pulcras palavras.
Gostei da frase.