O risco de sair da bolsa

30 de janeiro de 201231 comentários

O início de 2012 na bolsa de valores tem sido bastante animador. Em apenas um mês, o Ibovespa saltou de 57.829 pontos para quase 63.000 pontos – uma alta de quase 9%. E pegou no contrapé vários “especialistas” de mercado que diziam que aquele não era o momento de investir em ações e que o investidor deveria ficar fora da bolsa e esperar um momento melhor. Que momento melhor? Quando o Ibovespa já estivesse 9% mais caro, como agora? Esse salto exemplifica um dos principais riscos que alguém que seguisse esse conselho dos “especialistas” de mercado: o de ficar fora da bolsa de valores.

de sair da bolsa é maior do que o de ficar nela em período de baixa

Ficar fora da bolsa de valores também tem seu risco – o de perder justamente os momentos de alta que, muitas vezes, representam a maior parte dos ganhos em determinados períodos. Ao contrário do que muitos investidores que utilizam análise técnica acabam pregando – voltar para as ações apenas depois que algum sinal quase inequívoco de tendência de alta apareça -, o investidor de longo prazo deveria justamente evitar ficar de fora do mercado de ações.

Em agosto do ano passado, o Ibovespa estava na casa dos 49.000 pontos. Alguns analistas viam ali força suficiente para que as despencassem ainda mais, e a maioria recomendava ao investidor pessoa física que mantivesse distância do mercado de . O resultado? Quem estivesse com um percentual de seus investimentos naquele momento alocado em um fundo de que apenas replicasse o comportamento do iBovespa, ganhou um excepcional rendimento de lá pra cá: +29,25% em pouco menos de 6 meses. Seguindo o conselho dos analistas, muita gente teria perdido dinheiro.

Estudo mostra o custo de perder os dias de melhor performance da bolsa

O investidor de longo prazo não pode deixar de investir em ações nesses períodos, até porque, às vezes, muitas das altas que ocorrem durante a recuperação que se segue aos períodos de baixa são responsáveis pela maior parte dos rendimentos obtidos no longo prazo. Em estudo realizado com os rendimentos médios no índice S&P 500 entre 1980 e 2008, o MARE (Market Analysis, Research & Education) identificou que a maior parte dos rendimentos obtidos no período de quase trinta anos se deveu a menos de 50 dias entre os que apresentaram melhor performance ao longo do período. Veja o gráfico:

risco

Como você pode ver no gráfico, quem investiu, em 1980, US$ 10.000,00 em um fundo de ações que apenas replicasse o índice S&P 500 e não moveu um único centavo do fundo, teve uma rentabilidade fantástica: o investimento inicial rendeu US$ 243.651 ao longo dos 28 anos (2336,51%, ou 12,08% ao ano). Mas, se o investidor, por medo, desaplicasse seus investimentos e perdesse apenas os 5 dias em que as ações apresentaram maior alta, teriam uma perda substancial: ao invés de quase US$ 250.000, seus investimentos renderiam US$ 180. 399,00 (1703% ou 10,88%). Se ele perdesse os dez dias de melhor performance, a queda de rendimento seria ainda maior: a rentabilidade cairia para algo em torno de US$ 140.000. Apenas dez dias com o dinheiro desaplicado teriam custado US$ 100.000,00!

É caro ficar fora da bolsa de valores, não?

Você gostou do post? Então ajude o blog a crescer divulgando-o! Basta clicar em um dos botões abaixo:
Tags: , ,

Arquivado em: Ações
Tags:

Sobre o autor ()

Fábio Portela L. Almeida é mestre em direito constitucional e em filosofia pela UnB. Atualmente, é doutorando em direito pela mesma universidade. É autodidata no mundo dos investimentos e tem por objetivo compartilhar seus conhecimentos com qualquer pessoa que deseje aprender um pouco sobre como economizar e investir adequadamente seus recursos.

Comentários (31)

Trackback URL | Feed RSS do comentário

Sites que remetem a esse artigo

  1. O pequeno investidor » Balanço da carteira em janeiro de 2012 | 10 de fevereiro de 2012
  1. Aufredo disse:

    Jonas, esse estudo foi plagiado de um livro famoso, confere? Você como grande estudioso saberia nos dizer a fonte?

  2. Aufredo disse:

    Oi, voltei ;-))) Outra coisa: esse estudo fala sobre perder “os 10 melhores”, mas eu gostaria de pensar em “perder” os 10 piores. Acontece que o impacto dos 10 piores é bem maior do que o impacto dos 10 maiores, vide Faga et tal. Assumindo uma perspectiva de iniciante, ou seja, que nós estaremos comprados durante os 10 piores, então, realmente, é melhor estar comprado sempre, ou seja, pegar também os 10 melhores.

    Mas tem gente que acha que esses dias “fora da curva” ocorrem mais ou menos juntos, durante os períodos de alta volatilidade, ou seja, em mercados de baixa (ou que virão a ser hehehe). E preferem andar na calçada. Na verdade, parece que os 10 melhores acontecem +- juntos dos 10 piores, evitando um acaba que se evita o outro.

    O risco de sair NÃO é maior do que o de ficar. O risco de sair, depois de estar comprado nos 10 piores dias, antes de pegar os 10 melhores, talvez seja maior que o de ficar. Só que você não tem como saber se ontem foi o pior dia dos PRÓXIMOS 30… O título induz ao erro.

    Outro ponto: considerando apenas os melhores e piores, pela característica geométrica no cálculo de rentabilidade, é muito mais vantajoso para o iniciante ficar de fora dos períodos de volatilidade (os de baixa). Isso se fosse possível.

    • Fábio Portela disse:

      O problema, Aufredo, é que ninguém tem essa bola de cristal. E, sem ela, o maior risco é o de sair da bolsa mesmo e acabar perdendo um desses melhores dias. Além disso, não sei se os melhores dias necessariamente acompanham os períodos de volatilidade. Essa tem sido a realidade dos últimos e atípicos anos que temos vivido…

    • leo disse:

      acontece que ignoras o fato de que, historicamente, a proporçao de dias de alta e de baixa é de 2 para 1 (tendencia historica de alta em razão do crescimento das economias).

      ou seja, tambem por este motivo, o risco de ficar de fora da bolsa é maior do que o de estar nela

  3. Jonas disse:

    Sim, Auf.

    Como sempre bem observado da sua parte, rs

    De fato o artigo do tal MARE não é extamentte um “estudo próprio”. Somente é uma opinião (deles…) tentando fundamentar seus argumentos de investimento numa observação de um “estudo original” já registrado há muitos anos atrás e levada ao grande público principalmente por Mandelbrot (“os grandes ganhos e grandes perdas se concentram em pequenos nacos de tempo”).

    O que foi extremamente curioso é que o pessoal do MARE utilizou somente a parte das conclusões do “estudo original” (que quem fica de fora perde os maiores movimentos) que os interessava, obviamente, para justificar que seus clientes permaneçam comprados; pelo menos é o que parece, rs.

    Recorrendo a conclusão final do emérito matemático Mandelbrot, ele nos alerta o seguinte ao cabo desse estudo:

    “os assessores de investimento geralmente aconselham seus clientes a comprar e manter. Concentrem-se nos aumentos anuais médios nos preços das ações, dizem. Não tentem “time the market”, ou seja, descobrir os momentos de ouro para comprar ou vender, dizem. Mas isso é wishful thinking, ou seja, RACIONALIZAÇÃO DE DESEJOS. O que importa é o particular, não a média. Alguns dos investidores mais bem sucedidos são aqueles que acertam no momento certo”

    Pois é…

    Palavra de Mandelbrot, hohoho

    Portanto tb nada tenha a acrescentar ao seu comentário acima.

    E sim o título induz ao erro: o risco de sair não é maior que o de ficar. Se preço médio fosse o remédio universal não existiriam tantos “fundos” perdedores (ou com rentab. abaixo do índice) na bolsa; ao contrário, só ganhadores. Parece que ninguém nem dá trela a uma fórmula para compreensão do que seja “retorno geométrico” (queda versus alta): (1/(1-loss)) – 1.

    E mais: todos esses estudos são montados sobre índices e não sobre carteiras selecionadas por investidores, o que tornariam essas avaliações ainda muito mais difíceis e desastrosas. Pergunte pra alguns azarados que estão até hoje fazendo preço médio com Embratel, Telemar, Plim (netc), etc… numa “carteira” montada com algumas das blue chips e “promessas” do final dos anos 90, rs

  4. Aufredo disse:

    Show de bola, professor!

  5. Aufredo disse:

    Bom dia Jonas, Sr. Portela, Beto, Nélio e demais senhores leitores. Em primeiro lugar, obrigado Sr. Portela por atrair leitores de autíssimo nível ao “nosso” blog, reunindo assim material de autíssima qualidade a opiniões autamente embalisadas.

    Tendo em vista os fatos recentes, com repercussão em jornais de grande circulação (O Globo de ontem), gostaria de sugerir uma idéia…

    Seria de fecharmos nosso clube, reunindo os melhores leitores, para evoluirmos juntos e, posteriormente, difundirmos a sabedoria através de mecanismos mais seguros (com registro na biblioteca nacional, etc). Seria mais ou menos como O Clube de Viena…

    O que acham?

  6. Aufredo disse:

    Rapaz, ontem assisti a um filme que no leilão de cavalos, normalmente um cavalo de arar saía por alguns guinéus (de 1 a 5, nunca mais de 10) aí um incauto veio e se apaixonou pelo potro e pagou 30 guinéus num puro sangue que nem serve pra arar
    o filho do cara domesticou o bruto e tal acabou perdendo pros militares aí o cavalo virou montaria de oficial
    puxou maquinário na lama, etc aí depois da guerra com a alemanha o cavalo foi trocando de mão
    e… quase no fim da guerra, achou o garoto que tava servindo no front francês
    quando terminou a guerra, o cavalo todo destruído, voltou a leilão.
    os amigos todos, por conta do desenrolar da história, fizeram uma vaquinha pra ajudar o soldado-antigo-dono-filho-do-campones recomprasse o próprio cavalo no leilão, juntaram ao todo 29 libras (acho que ao todo era esse o dinheiro na frança depois da guerra). mas aí, no leilão, o avô de uma garotinha que tinha ficado com o cavalo um tempo durante a guerra arrematou por 31 libras. putz. mas aí ouviu a história do soldado e fez oq? deixou o cavalo com ele, junto com as 29 libras.
    aí o soldado voltou feliz pra casa do pai, com o cavalo + 29 libras (da vaquinha dos amigos que serviram junto) + 30 libras (do vovo da garotinha que deixou o dinheiro com ele). ou seja, pagou 30 guinéus e ficou com 59 libras depois da guerra, mais um cavalo todo estrupiado. conclusão da história? eu deixo a cargo dos leitores.

    eu faço um paralelo com a bolha imobiliária. não importa o valor dos imóveis. olhe para a história. reflita. aprenda. leia os melhores blogs. esse é o mote.
    eu podia falar de judeus velhinhos e sabedoria árabe, mas não. eu mostro a verdade NA LATA!

  7. Jean Jacques disse:

    Mas é o outro lado da historia ?

    Por exemplo quem ficou na bolsa nos anos 70 com o mercado andando de lado, aqueles que acharam que a alta era para sempre e estão comprado em PETR4 a R$47,xx, em CSNA3 a R$28,00 , VALE5 a 49,xx entre tantos outros ativos.

    Portanto o mais prudente é pensar em todos os cenários, e que está dentro ou fora do mercado, ambos correm riscos, agora quem o mercado vai premiar ou punir não sabemos é o mais importante é o investidor saber o que vai fazer quando o mercado, cai, anda de lado ou está em alta e principalmente se nada do que ele esperar acontecer qual é o plano B

    • PM disse:

      “E o outro lado da história?”

      Devemos perceber que a grande lição deste post é justamente a resposta para a sua pergunta.

      Saber “o que vai fazer quando o mercado cai, anda de lado ou está em alta e principalmente se nada do que ele esperar acontecer” é, na imensa maioria das vezes, uma ilusão para o investidor pessoa física comum. O correto seria dizer: que atitudes deveria tomar quando o mercado já caiu, já subiu, estava andando de lado e nada do que esperava aconteceu.

      Como já estamos cansados de saber que não há como prever até quando o mercado vai subir ou vai cair, para o investidor comum que busca um prêmio de risco, a estratégia mais inteligente talvez seja permanecer comprado e se expor aos riscos e benefícios que isso representa.

      A Empiricus publicou em seu blog um estudo semelhante sobre o Ibovespa (acho que esse texto já não está mais no site), mostrando os efeitos que a exposição aos “x” pregões de maior alta ou “x” pregões de maior baixa teriam sobre uma carteira de ações.

    • dimarcinho disse:

      Jean,

      O P/L dessas empresas beirava 20 nesta época e hj mal conseguem chegar em 10…

      A Petrobras, por exemplo, viu seu lucro só AUMENTAR de lá pra cá.

      A pergunta é: hoje está barato ou em 2008 estava caro? Ou ambos?

      =]

  8. Jonas disse:

    Genial, auf… Geniau

    clap, clap, clap!

    Essa história do cavalo que retorna ao dono todo estropiado acrescido de mais uma grana extra na volta do negócio, também está prestes a acontecer com um amigo meu que vendeu um violão de concerto!!!

    Mas, por favor, só mais uma vez, conte-nos tb aquela boa e sábia historia das meias de sêda do velho judeu durante a II guerra mundial!

    Essa história das meias de sêda tb é ótima, mexe com tudo que temos de mais precioso na vida: dinheiro e libido!

    Abraços do Jonas!

  9. Nélio disse:

    A leitura dos comentários na ordem cronológica está um tanto confusa…

  10. Jonas disse:

    Pois é… Jac, rs

    “O importante é saber o que VAI se fazer quando etc e tal acontecer” é um argumento muito usado pra vendas de conceitos estátiscos sobre o mercado.

    O certo em bolsa É: “o que vc TERIA feito quando etc e tal acontecer”.

    Vc não tem como abraçar toda a gama de possibilidades e probabilidades pra se antecipar ao pior. A verdade é que ganha quem tem a sorte de acertar o melhor timing, ou seja, o melhor ponto de entrada, mesmo quando o teu objetivo é o longo prazo.

    O que muitos não querem ver é a possiblilidade de estarem errados. Não se trata de arrogancia, mas é incompreensão mesmo do alcance do que seja errar em bolsa.

    Porque quando vc está certo em bolsa, vc ganha muito mesmo. Mas quando está errado, o prejuízo é enorme e praticamente irrecuperável. O problema maior é esse: é vc estar do lado dos que erram, e não do lado dos que acertam, rs.

    Essa é diferença: a dimensão e alcance do seu erro, e não exatamente o simples fato de estar errado podendo num hipotetico universo estático facilmente corrigir os erros como se fossem alguns ajustes nos parafusos.

    Abraços do Jonas

  11. Aufredo disse:

    Realmente, ficou um pouco confuso. Jonas, essa das meias de sêda só pessoalmente kkkkkkkkkk

    A tela aqui é um pouco pequena estou tendo dificuldades para acessar o portal…

  12. Aufredo disse:

    Auf,
    o Fredo, que não é O et teimoso rsrsrs

  13. Aufredo disse:

    Nélio,

    Acredito que a dificuldade em ler seja devido a dois motivos:

    1) um comentário de réplica aparece embaixo do objeto da réplica, assim como um comentário tréplica aparece embaixo da réplica que aparece embaixo do comentário original. Isso dificulta, pois não é por ordem cronológica

    2) o portal está apresentadndo lentidão no dia de hoje, mas a equipe já está investigando.

  14. Maicson disse:

    Aufredo e Jonas,

    Gostaria de fazer somente um adendo acerca de seus nutritivos comentários:

    Essa histórias do velho judeu e as meias na segunda guerra mundial (assim como muitas outras…) é velha conhecida entre nós aqui na Faria Lima.

    Mas já que vcs querem nos brindar com velhas histórias do folclore do mercado financeiro, que, pelo menos, se esmerem em citá-las corretamente.

    A história como realmente é contada, não é sobre o velho judeu e as meias de sêda… mas sim, a história do velho judeu e as meias de nylon!

    NYLON!

    Obrigado por permitir essa necessária correção, Fábio.

  15. Aufredo disse:

    Fábio, com sua permissão, gostaria de pedir atenção à conclusão do Jonas, citando o Mandelbrot, que não pode ser tratado como um zé qualquer…

    • Fábio Portela disse:

      Não o tratei como um zé qualquer… só não o respondi. Não acho que os piores dias afetem tanto meu rendimento no longo prazo, pois só os vejo como uma oportunidade de comprar excelentes ativos a preços mais baixos. Como fiz em 2008 e em agosto do ano passado.

      • Fábio Portela disse:

        Completando: eu não tenho metodologia para evitar os dias ruins. Mas o Buy and Hold é uma metodologia que me permite aproveitar os dias bons, o que já é um grande negócio. Tentar adivinhar quando um ou outro vai acontecer, de modo a usufruir dos dias bons e evitar os ruins, é algo que nenhuma estratégia consegue fazer com sucesso.

  16. Aufredo disse:

    Oi Fábio,
    Você pode adiantar qual será o tema do post de amanhã, para eu já começar pesquisando?

    • Fábio Portela disse:

      Minha Casa, Minha Vida…

    • Maicson disse:

      Fábio,

      Bem pertinente essa sua observação de enxergar como oportunidade para se comprar excelentes ativos a preços mais baixos nos dias ruins!

      Mas sobre essa sua observação de que os piores dias não afetaram tanto o seu rendimento no longo prazo e me baseando nessa citação da sua biografia que consta aqui no site, vc declara que:

      “Em fevereiro de 2006, pouco após eu ter conseguido meu primeiro emprego, resolvi investir minhas pequenas economias em um fundo de ações. Logo depois, aconteceu uma pequena crise na China e perdi cerca de 20% do capital investido. Como era inexperiente, resolvi tirar o dinheiro no fundo, com prejuízo, e decidi que só voltaria ao mercado de ações com mais conhecimento”

      Então pergunto:

      Essa perda de 20% do seu patrimonio lá em 2006 está computada e descontada no seu atual excelente rendimento após as suas compras de 2008 e agosto de 2011?

      • Fábio Portela disse:

        Muito mais do que compensado. O que eu investi naquela época é ínfimo, perto do que passei a investir de 2008 pra cá. Era pouquíssimo dinheiro na época… eu estava só molhando os pés, não tinha a menor ideia do que estava fazendo.

  17. joao disse:

    Porque foi apagado o artigo sobre a entrevista do Ricardo Amorim sobre mercado imobiliário?

    • Fábio Portela disse:

      Não foi apagado… ele foi publicado equivocado no twitter e na newsletter. Será publicado na próxima quinta-feira!

    • Maicson disse:

      E de 2008 pra cá, com certeza, então vc já passou a saber exatamente o que está fazendo!

      Por isso que eu o admiro tanto!

      Parabéns, Fábio!

      Abração

      • Fábio Portela disse:

        Aprendi um pouquinho, Maicson. Na verdade, venho estudando muito o assunto desde 2006. E tenho certeza de que falta MUITO para aprender ainda…
        Não me admire pelo que eu sei, pois não é nada perto do que há por aprender. Aprendo demais com meus leitores!

        Abraços!

  18. vinicius disse:

    ha ha ha ha ha
    mas eu to rindo a toa..

    brincadeiras a parte…

    entrei na bolsa em janeiro 2011, com 73000 pontos do bovespa.

    fiz compras trimestrais em empresas que julguei adequadas.
    só ‘perdendo’ dinheiro…
    tava negativo. mas os dividendos de todo o ano e so essa subidinha, minha carteira ja ta pra virar pro positivo.

    pensou ter que começar tudo de novo agora?

    se cair, compramos mais!

Comente

 Assine nossa newsletter 

Back to Top

SEO Powered By SEOPressor