Minha casa, minha vida: número de queixas contra construtoras triplica
É preocupante o número de queixas contra o programa governamental “Minha Casa, Minha Vida“. Como já adiantamos em outras oportunidades, há construtoras enganando seus clientes ao anunciar que determinado empreendimento se enquadra no programa, quando na verdade não se enquadra, além de o programa ter contribuído bastante para a inflação dos imóveis negociados para a população de renda mais baixa.
Nessa sexta-feira, a Folha de São Paulo publicou uma matéria na qual se afirma que o número de queixas feitas no famoso site Reclame Aqui tem aumentado substancialmente contra empresas que supostamente têm vendido indevidamente imóveis pelo Minha Casa, Minha Vida.
Queixa contra construtoras por Minha Casa, Minha Vida triplica
Texto Original: Queixa contra construtoras por Minha Casa, Minha Vida triplica
Disparou, nos últimos 12 meses, o número de queixas feitas no site Reclame Aqui contra construtoras que teriam vendido indevidamente imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida, informa reportagem de Carolina Matos publicada na edição de sexta-feira da Folha.
Os registros contra as cinco empresas com o maior número de reclamações desse tipo, de acordo com o site –MRV, Goldfarb (comprada pela PDG), Tenda, Direcional e Altana–, triplicaram nos últimos 12 meses, saltando de 205 para 615.
Segundo as reclamações, as empresas negociaram imóveis na planta informando aos compradores que as unidades obedeciam aos critérios do Minha Casa, Minha Vida –como valor máximo.
Mas, na hora de abrir o financiamento, os consumidores descobriram que os imóveis não eram aprovados pela Caixa Econômica Federal.
Algumas dessas queixas virtuais resultaram em processos na Justiça.
Outro lado: Caixa Econômica e construtoras com informações divergentes sobre o Minha Casa, Minha Vida
A Caixa Econômica Federal informou que o empreendimento Alphaview, da Goldfarb (comprada pela PDG), em Barueri (SP), não faz parte do programa do governo “porque o valor das unidades ultrapassa o previsto”.
Por e-mail, a PDG disse que o empreendimento tem “financiamento aprovado” com a Caixa –não citando o programa Minha Casa, Minha Vida– e que os clientes têm “linhas de crédito disponíveis na mesma instituição”.
A Direcional Engenharia afirmou que “todos os empreendimentos comercializados no Minha Casa, Minha Vida estão dentro do teto [de valor] permitido”.
A MRV Engenharia também disse que “só coloca à venda pelo programa habitacional do governo unidades que se enquadrem às regras”.
Já Tenda e Altana não responderam à reportagem até a conclusão desta edição.








A picaretagem, a má fé e o ROUBO das construtoras rola solto…
Seria mais honesto tambem com o seu leitor se mantivesse o titulo original, haja visto que eu fui iludido achando que as reclmações contra as construtoras fossem na realidade contra o programa governamental “Minha Casa, Minha Vida”, o que não é o caso.
Pois é, eu entrei em contato com uma dessas construtoras que disseram q estavam dentro do programa minha casa minha vida, disse q possuía uma renda mensal de quase 2 salários mínimos e eles disseram que eu conseguiria financiar o apartamento sim através do programa do governo, só q eu teria q dar uma entrada no valor de “R$ 100.000,00″.
Como é q esse programa vai beneficiar famílias de baixa renda? Se minha família vive com uma renda pouco menor q dois salários de onde vamos tirar 100.000,000????