Quanto custa o carro dos seus sonhos?
Brasileiro adora comprar carro: topa levar pra sua casa um Celta por R$ 23.000,00, aceita pagar R$ 38.000 por um Gol ano 2012, versão completa, e por “módicos” R$ 27.000,00 leva um Fiat Uno novinho pra sua garagem. Nós, brasileiros, pagamos esses preços e ainda saímos da concessionária felizes e satisfeitos com a aquisição. Muitos de nós ainda passamos anos a fio pagando as prestações do financiamento pela aquisição do carro novo – o que, no final das contas, eleva ainda mais o preço pago pelo automóvel. Mas será que esses preços são justos?
Pense no carro dos seus sonhos
Esses são preços pagos por carros considerados populares. Mas eu te pergunto: esse é o carro dos seus sonhos? Feche os olhos e pense: desconsideradas outras variáveis (como impostos, seguro, consumo de combustível, etc.), você preferia levar pra casa um Gol ou um Mustang? Um Cruze, o carro da GM que substituiu o Vectra, ou um Camaro? Um Toyota Corolla ou um Fiat Uno?
Não tenho a melhor dúvida de suas escolhas. Agora, reflita sobre o que vou falar: se você morasse nos Estados Unidos, o preço que você paga pelos carros brasileiros seria exatamente o custo de levar qualquer um dos carros “dos sonhos” da maioria dos brasileiros que eu mencionei acima. Duvida disso? É só dar uma busca pelos preços dos carrões pelo Google e converter o preço de dólar pra real. Eu utilizei, pras contas, a taxa de conversão de R$ 1,70 por US$ 1,00.
Vejamos outros resultados:

Bateu um desânimo, né? Com o preço de um Honda City dá pra comprar um Audi A4, nos EUA; pelo preço de um Gol dá pra comprar um carro esportivo como um Mustang ou um Camaro. Nesses modelos, a diferença é absurda: pelo preço de um desses carros no Brasil, é possível comprar quase 3 carros idênticos nos EUA. E ainda sobra uma graninha. Pra não ser tão ousado: pelo preço de um Fiat Uno (modelo novo), é possível comprar um Toyota Corolla, que custa o dobro do preço de um idêntico nos EUA.
Absurdo.
Por que um carro é tão caro no Brasil?
Mas por que isso acontece? Por que um americano pode levar um Malibu pelo preço que pagamos por um Polo? São três os motivos:
Culpa do governo: o primeiro culpado é o governo. Com uma política protecionista estúpida, o governo ainda favorece tanto a indústria nacional que é extremamente caro importar um carro do exterior. E tudo vai piorar agora, com o aumento do IPI. Além disso, com a quantidade de impostos e encargos impostos às montadoras, ainda é relativamente caro construir um carro por aqui. O ideal seria que o governo diminuísse os impostos no setor e desse estímulo para que outras montadoras trouxessem suas fábricas para cá. Geraria emprego, os novos empregados pagariam impostos, e a concorrência faria com que os preços diminuíssem e a qualidade dos veículos melhorasse. Sonho meu…
Culpa das montadoras: outro grande culpado pela situação é a indústria automobilística brasileira. As montadoras têm uma margem de lucro muito maior no Brasil do que no seu país de origem. Mas isso só ocorre por um motivo…
Culpa dos consumidores: …nós, brasileiros, topamos pagar muito caro pela realização de comprar um carro. Como muita gente só vê o custo da parcela no bolso, acaba topando pagar muito mais por um carro que é, na verdade, uma carroça. Se computarmos os juros, o Fiat Uno não teria o preço de um Corolla nos Estados Unidos, mas o de um GM Cruze, já que muitas vezes o financiamento acaba levando o consumidor a pagar o dobro do que pagaria se comprasse o carro à vista. Mas a ideia central é essa: se os consumidores brasileiros topam pagar duas, três vezes mais pelo mesmo carro, por que a montadora venderia o carro por um preço menor?
Pense nisso na próxima vez que você resolver ir à concessionária resolver comprar um carro novo… é por essas e outras que meu carro foi comprado de segunda mão. Ao menos, uma parte desse preço absurdo eu não paguei.
Arquivado em: Educação financeira





Excelente artigo Fábio!
Realmente bate um desânimo….rsrs
Abraços!
Olá,penso o seguinte:A realização na compra de um bem material seja por necessidade ou para se presentiar(desejo),são importantes.Assim como investir também.
Como não vamos ver mudançãs em relação ao assunto postado:Culpa dos consumidores,onde sabemos que o mercado que forma o preço.
Vou fazer minha parte para mim,participando menos do sistema.
Tenho uma carroça GM (corsa 2010)que comprei por necessidade e pretendo ficar com ela o máximo de tempo possível e assim sustetar menos(montadoras,bancos,governo).
Como mostrou o Fábio na comparação dos preços dos carros,pesquisas mostram que o custo para viver em São Paulo é igual a Cidade de Manhattan nos EUA mas a renda dos paulistanos corresponde a 35% da renda do Americano.Bacana né.
Mas o Brasil cresceu…bom pra quem?Pra quem vende(lucra)porque o que só consome sempre vai estar abaixo da pirâmide.
Como o dinheiro não trás independência mesmo mas não tem tem sentido também gastar tudo nem gardar tudo,vejo que o melhor a fazer é gastar menos para ganhar mais, sabendo que no final das contas vai voltar tudo para o mercado.Sucesso
Se as pessoas pensarem um pouco, no lugar de comprar um Gol podem com o mesmo valor ou até menos, comprar um carro de luxo com 3 a 4 anos de uso, por exemplo com o valor pago por um Gol vc pode comprar um Toyota Corolla 2006, ai vem aquele papinho, a manutenção é cara, realmente é um pouco mais cara, mas não chega a assustar, e sem contar que nestes carros são usados componentes de primeira na sua construção, e a duração do veículo é muito superior a de um popular.
Ótimo artigo. Muitos creditam esses valores absurdos ao chamado “custo Brasil” (impostos, custos elevadíssimos no caso de uma pendenga trabalhista, etc). Mas acho que a maior parcela de culpa é do nosso povo que adora viver de aparências e não se importa em se privar de outras coisas para poder andar com um “carro novo” e se exibir para os amigos. Brasileiro vive muito de imagem e sonhos bobos. Fruto de várias horas de novela por dia na cabeça durante toda sua vida.
Vc está certíssimo. Em face desta situação resolvi radicalizar. Em 1997 comprei um Ford Escort estilo europeu, fabricado na Argentina, à epoca valendo vinte mil pratas. Estou com o carro até hoje. Estamos com 194 mil km rodados e não tão cedo em trocar de carro. Nunca precisei fazer retífica apenas cuidei um pouco da tapeçaria e fiz as revisões de praxe. Hoje esse carro me custa zero de IPVA, gastando apenas com combustível, manutenção, e troca de peças velhas por volta de mil reais ano. Ah, falta dizer no debate que as peças também são muito caras. Sou criticado por colegas que curtem comigo chamando meu carro de carroça, mas tenho dó deles que toda vez que vão comprar seus carrões pagam 50, 60, 70 mil e tome depreciação logo no primeiro ano. Esse pessoal rasga dinheiro enquanto multiplico minhas poupanças. Parabéns.
O brasileiro de um modo geral é imediatista e aceita altos encargos e taxas de juros para ter o tão sonhado carro popular 1.0 na garagem!
Gostei do artigo.
Também estou fazendo a minha parte Fábio.
Geralmente compro carro com 1 a 2 anos de uso e de modelos mais simples, afinal de contas se mais de 50% do preço é imposto, quando menor o valor do carro, menos dou pra esse nosso governinho sem vergonha!
bom artigo fabio
mas lembro que os precos americanos ainda tem o imposto deles. nao lembro direito, mas fica entre 4,5 e 6,5% em cima de todos os precos.
fica a sugestao entao da comparacao entre a renda e o total de impostos pagos por um gringo e um brasileiro médio. o absurdo fica ainda maiorrsrsrsrs
Fábio,
Tenho um comentário sobre sua análise que a deixa bastante pior.
Na minha opinião, converter o preço em dólar para real não está correto pois o americano ou o europeu recebe em dólar ou euro. Temos sim é que verificar qual o salário de um indivíduo médio nos EUA e compará-lo com o daqui para poder comparar não os preços mas o poder de compra dos salários.
Por exemplo: uma aproximação interessante seria considerar que um engenheiro médio nos EUA deva receber uns US$7.000 e aqui no Brasil podemos generalizar para uns R$7.000. Algumas profissões tem diferença no número, mas muitas podem ser comparadas trocando-se somente o símbolo na frente do valor (US$ por R$).
Isso vale também para diversos bens, por exemplo, uma Coca aqui custa 2 reais e na Europa custa 2 Euros. Isso não quer dizer que o preço da Coca na Europa é 5 reais, mas sim 2 Euros mesmo.
Dessa forma, pela sua análise, um Toyota Corolla não custa R$31.960 nos EUA, ele custa US$18.000 e pronto! Temos que pensar em qual carro custa R$18.000 no Brasil e não qual carro custa o valor convertido!!
Isso vai nos mostrar que a situação é muito mais absurda do que a que você desenhou! Vamos nos perguntar, qual carro zero compramos com R$18.000?? Nenhum!! Nada!! Porcaria nenhuma!!
É por essas que enquanto eu tinha um Gol 1.0 16V (com ar!!) alguns anos atrás, eu via alguns colegas da mesma profissão e com mesmo tempo de trabalho, que trabalhavam num fornecedor na Espanha, dirigindo Pegeouts Station Wagon, VW Golf, Volvo e por aí vai. É por essas também que as montadoras estão batendo recordes de envio de divisas para o exterior.
O caso desse país é muito sério. E o caso dos brasileiros que aceitam pagar por isso é mais sério ainda.
Concordo com você.
Também estou fazendo minha parte. Tenho dois carros (2006 e 2008) e vou mantê-los comigo durante pelo menos 10 anos. O primeiro vai completar seis anos e o segundo já completou três anos. Eu comprei ambos com 0KM rodado, mas os próximos carros certamente serão usados, a menos que comecem a vender carros movidos a energia elétrica por preços decentes, o que, infelizmente, é apenas possível em teoria.
Parabéns pelos comentários. No Brasil, nada funciona corretamente, sou do mercado financeiro e nem mostrando todas as contas favoráveis, as pessoas tiram o dinheiro da poupança, logo concluo que merecem nao mudar de padrão de vida. é mais facil domesticar um macaco a poupar e tomar uma decisão sensata.
Eu tenho o seguinte pensamento: prefiro gastar com manutenção e distribuir melhor o meu dinheiro com oficinas e revendedoras de peças do que alimentar a ganância das montadoras. O meu carro atual é um Golf 1.6 2006 e pretendo ficar com ele por pelo menos mais 5 anos…
Nem precisa comparar com o preço nos EUA. Vai pra Argentina e confere os valores dos mesmos carros que são vendidos aqui. Vai desanimar muita gente também.
A culpa é de quem aceita pagar preços absurdos por esses carros!
E agora o governo achou uma forma de manter esses preços absurdos aumentando IPI para carros importados!
Uma forma de reduzir o preço dos carros aqui no Brasil seria a redução de impostos para carros importados, assim os nacionais seriam pressionados e os valores reduzidos, mas como o governo sempre sustentou as montadoras a forma mais fácil é aumentar o IPI de importados, veja os preços atualizados: http://msn.icarros.com.br/noticias/noticia.jsp?id=10586&&iccpaginaatual=1
Tô fora, carro é pra rico! rs
Acho que esse artigo comete uma falha grave.
Faltou colocar no calculo do custo Brasil o dinheiro que some com a corrupção e impunidade. São aproximadamente R$ 6.000.000.000,00 por ano que somem pra sei lá onde. Entre outras coisas impostos que eu e você pagamos.
http://port.pravda.ru/cplp/brasil/13-09-2011/32142-corrupcao_brasil-0/
“Pelo menos o valor equivalente à economia da Bolívia foi desviado dos cofres do governo federal em sete anos, de 2002 a 2008, informa a Folha.”
É impressionante como brasileiro faz vista grossa pra corrupção e impunidade.
Ah, nesse custo Brasil você pode incluir muitas outras coisas… cometi muitas outras falhas graves além destas que você apontou, Hélio.
Sem falar nos custos:
um golzinho vc paga em SP 2 mil reais de seguro no minimo, isos se não for 3 mil,d ependendo do perfil.
lá uma BMW não passa de 700 dollares, ou mil reais, isso se vc quiser fazer seguro, pq com o transito organizado e a segurança que o governo garante, vc não corre risco quase nenhum,
Oi Fábio,
Excelente artigo!!! Pensando na nossa “única” possibilidade, ou seja, na do brasileiro nao entrar na furada do carro novo em “suaves” prestacoes, me levou pra outra questao, a da nossa falta do bom, velho e civilizado transporte público. Aqui na Europa eu sinto que a falta da necessidade do carro, posto haver farto transporte público, desafoga a pressao que nós brasilieiros temos, por exemplo, da compra irremediável do tao “sonhado” carro 1.0.
beijao
Com certeza, Lívia!
Em São Paulo ou Buenos Aires, percebi o quanto um metrô decente faz falta em Brasília. Se por aqui houvesse um sistema de transporte público decente, provavelmente eu só usaria o carro nos fins de semana (e provavelmente poderia comprar um carro menos confortável, já que passaria menos tempo nele). E olha que estou falando de duas cidades que têm problemas de trânsito. Imagino que aí na Europa a situação seja muito melhor!!
Beijos,
Fábio
Fábio e Lívia,
Compartilho da mesma opnião. Eu cheguei a morar 10 meses no Japão. Passei apenas duas semanas em Tokyo, mas achei a cidade fantástica ! Um ponto foi por não sentir a menor falta de carro – lá, eu conseguia fazer tudo de trem ou metrô – com 12 linhas de metrô mais 6 linhas de trem de superfície, tudo integrado, sempre havia alguma estação por perto, caminhava no máximo mais 10 ou 15 minutos para chegar onde queria ir.
Também andei por lá em diversas cidades e utilizei muito ônibus. Eu sabia que tinha que tomar tal linha para chegar em tal local. Bem, então eu ia em uma parada (que nunca tinha ido na vida), e em TODAS ELAS havia do lado uma tabelinha com as linhas que passam naquele ponto, e qual o horário em dia de semana, fim de semana e feriados. Aí eu procurava a linha, achava, via no meu relógio “Ah, agora são 8:02, o próximo passa… deixa ver, ah, as 8:28. Beleza!” Aí eu ia na esquina tomar um café e voltava depois. A coisa lá funciona desse jeito. Não existe essa de não saber se o buzão passavá lá ou não e nem de ficar mofando no ponto sem saber quando vinha. Tudo muitíssimo organizado e, sim, o buzão aparecia no ponto as 8:28. Ainda podia variar um ou dois minutos porque pega trânsito, mas no caso dos trens ou metrô, é no minuto mesmo.
Depois, quando vim para Brasília, não aguentei viver aqui dois meses sem carro. PQP ! Ainda dentro do Plano Piloto conseguia me virar mais ou menos. Aí os colegas marcavam algo para ir no Pier 21, eu pensava “f..eu!”. Esta cidade poderia ter transporte público muuuuito melhor do que o atual, mas me parece falta de vontade (ou mesmo de tutano) de querer fazer algo diferente.
Otima matéria Fábio. Escrevi um artigo sobre blogs de carros e citei também alguns pontos que são bem importantes na hora de comprar um carro. Infelizmente no Brasil o custo de um carro é muito alto mesmo…
Existe o “custo Brasil” amplamente divulgado pela mídia e também o “lucro Brasil”, convenientemente esquecido pela mesma.
Como estudante de economia… rapaz, vai estudar antes de tentar formar opiniões.
Vc também, antes de falar merda…
Excelente Artigo. Um dos mais completos referente ao porquê desse custo absurdo de um veículo no Brasil.Hoje em dia, dependendo da situaçaõ da pessoa, é muito mais rentável e agradável andar de Taxi.
Porém, como disseram acima, carro trás status,impõe uma certa aparência, as mulheres gostam…Numa sociedade subdesenvolvida como a nossa, em todos os aspectos, aqueles fatores pesam muito na cabela mediocre do brasileiro…
Esse raciocinio apesar de ser bem aceito pela grande maioria contém alguns erros. O mais preocupante é premissa de que seria “bom” diminuir os impostos para tornar o preço dos carros mais baratos.
carro mais barato => maior numros de veiculos circulando => reducao no uso de transporte coletivo => maior emissáo de poluentes => mais engarrafamento => pior qualidade de vida.
Samir e colegas,
Ainda continuando no exemplo japonês, há décadas eles têm um mercado interno de cerca de 3 milhões de carros/ano (estamos chegando lá…).
A pergunta é a seguinte: em um país com território diminuto, como é que os japas não morrem soterrados com tanto carro?
Acontece que lá eles fazem o que nem sonhamos em fazer aqui: expurgar o carro velho da rua! Ali, carro com 8~10 anos de uso é sucata. E não é porque tá caindo aos pedaços não, normalmente tá bom e funcionando. É que um carro com essa idade lá não tem mais valor $$ nenhum.
O IPVA deles é cobrado de acordo com a idade do veículo. O carro zero km não paga quase nada, e o imposto vai subindo conforme a idade. Com a própria depreciação do veículo, chega um ponto (normalmente entre os 8~10 anos) que o valor do IPVA custa tanto ou mais que o valor do carro. Aí eles vendem para o desmanche/reciclagem, ou até mesmo exportam carros usados para outros países da Ásia.
Essa política tem diversas vantagens: uma frota mais nova é menos poluidora, mais econômica e dá menos manutenção (quebra menos), além claro, de manter empregos na indústria (sem ferrar com o consumidor como fizemos há pouco) e cria um mercado constante.
Aqui, pelo contrário, um pau-velho barulhento e poluidor com mais de 20 anos nem paga mais IPVA, fica isento !!! Mais a fiscalização que é deficitária (aqui no DF por exemplo, quase 1/3 da frota não está com a documentação em dia) e como resultado temos mais e mais carros ruins entulhando nossas ruas.
Seria bom se a gente aqui pudesse sair um pouco da política do ‘coitadinho’ (como o coitatinho do povão vai ficar sem carro, ai meu deus, uiuiui…). Claro, lá no outro lado do mundo isso funciona porque o transporte público é de excepcional qualidade, nem parece o mesmo planeta. Ah, também, lá a bicicleta é de fato meio de transporte, é muito comum o povo lá ir de bicicleta ao trabalho, escola, mercado, etc… Aqui, quando muito a bicicleta é hobby ou apenas lazer.
Acho que mais umas cinco encarnações chegaremos no nível deles…
Realmente é muito sério a questão em pauta. Eu sou PPD (Portador de Deficiência Física) e estou juntando (haja papel!)toda a documentação exigida para isenção de IPI, ICMS, IPVA e IOF. Até para nós é dificil, muito burocrático…mas fazer o que?! Continuar…
Meus caros, vejo que estou um pouco atrasado com relação a leitura dessa notícia, contudo, o assunto é igual a nossa seleção brasileira, não muda nunca!! Deixo aqui minha indignação e revolta com as práticas do mercado: há 5 dias atrás estive na concessionária Smaff Ford localizada no pistão sul de Taguatinga tentando negociar a compra de um Focus novo no valor de R$ 53.000,00. Em resumo, a negociação apresentada era uma entrada de 60% e o restante dividido em até 60 meses com taxas de 0,82%. Para minha surpresa quando desmembrei os valores(que quase me foram negados), em minha HP descobri que os juros praticados eram de 1,09%. Fora IOF de 3%, TAC – Taxa de abertura de crédito de R$ 800,00. Ou seja, aqueles que deveriam zelar por seus clientes, estão utilizando de práticas perversas no mercado. Fico imaginando, quantas pessoas são lesionadas, assaltadas e ludibriadas por esses “mals” empresários. E sabe o que aconteceu: não recebi nem um pedido de desculpas por parte do vendedor e gerente quando descobri a farça!!
Vamos divulgar esse tipo de ocorrido para que as pessoas não joguem no lixo o suado dinheiro do seu trabalho.
infelizmente corremos o risco de comprar um carro de segunda mão e ele dar dor de cabeça! Eu nem comprei o carro e já estou com dor de cabeça!!!