Quanto seu trabalho vale?
Quanto você vale? Para ser mais específico: quanto vale seu trabalho? Normalmente, nós respondemos a esta pergunta com base no meu salário: se recebemos R$ 5.000,00 por mês, dizemos que nosso trabalho vale R$ 5.000. Mas isso é errado; nosso trabalho, assim como o aluguel ou o dividendo que recebemos, é apenas o retorno mensal que recebemos por algo que vale muito mais. Uma casa que dê de retorno 5% ao ano vale 20 vezes o valor do aluguel. Um título de renda fixa que pague 10% ao ano vale, na verdade, 10 vezes esse valor. Da mesma forma, o valor que recebemos anualmente de salário representa apenas um pequeno percentual do nosso real valor de mercado. Explorando essa ideia, o excelente blog Valores Reais deu uma grande contribuição para os pequenos investidores durante essa semana, e eu resolvi reproduzi-la para nossos leitores.
Segue o texto:
Quanto vale sua força de trabalho? Pensando no seu capital humano como um título de renda fixa
Você já parou para pensar quanto vale sua força de trabalho? Imagine-se como um grande título de renda fixa, um grande ativo, vá lá, uma NTN-B Principal ambulante, que renda juros de 6% ao ano acima da inflação, o que dá algo em torno de 0,5% ao mês. Quanto vale seu trabalho, nessas condições!? Não a “porção de juros” que você tira do seu capital humano, R$ 2 mil mensais, p.ex., mas sim o valor do “título” que faz gerar esse fluxo de caixa mensal de 2k. Quanto vale?
Supondo que você tenha uma renda estável de 2 mil reais líquidos por mês, sua força de trabalho valeria algo em torno de R$ 400 mil. Se você tem um contra-cheque de 5 mil reais, sua força de trabalho valeria cerca de 1 milhão de reais. Se seu salário mensal é de R$ 10k (líquido, sempre líquido, ou seja, aquilo que cai efetivamente em sua conta-corrente bancária), seu capital intelectual valeria R$ 2 milhões, e assim por diante. Pois é, faça as contas e verá que seu trabalho vale muito mais do que o valor que efetivamente você recebe todo mês…
O desafio, o grande desafio, é “levar” essas rendas mensais, construídas a partir de seu capital intelectual, para a sua aposentadoria. Se você quiser se aposentar, de maneira totalmente independente do governo, com uma receita líquida mensal de 5 mil reais, terá que construir um patrimônio financeiro de aproximadamente 1 milhão de reais, e isso considerando que consiga, nos seus anos dourados de pós-trabalho, um mix de aplicações financeiras que rendam juros de 6% ao ano acima da inflação. Isso porque R$ 5 mil comprarão no futuro bem menos bens e serviços do que compram hoje, assim como 5 mil reais há 10 anos compravam mais bens do que compram hoje.
Tá, mas aí você poderá estar pensando: mas quando eu me aposentar, vou continuar ganhando o mesmo “salário” que eu ganho hoje, devido à aposentadoria integral do serviço público ou da empresa/INSS. São dois os erros dessa forma de pensar: primeiro, pela crença de que haverá manutenção das regras atuais de cálculo de proventos de aposentadoria, uma vez que nossos tribunais já sedimentaram o entendimento de que não há direito adquirido a regime jurídico, de forma que não existe garantia alguma de que, quando você se aposentar, serão mantidas as regras atuais para aposentação. O segundo erro, e esse é o mais grave, deriva da exclusiva dependência do governo para se aposentar, o que gera em grande parte das pessoas um comportamento “movido”, digamos assim, pela inércia e passividade. A preocupação dessas pessoas não consiste na criação de ativos financeiros capazes de sustentar um padrão de vida independente de fontes estatais. Pelo contrário: a preocupação delas reside mais em contar as horas, os dias, os meses e os anos que faltam para “completar a idade” para se aposentar.
Muitas dessas pessoas não construíram, ao longo de sua vida, um patrimônio financeiro que lhes permitissem agir de forma indiferente e independente de fontes exclusivamente estatais para seu sustento. Conclusão: vão ter que “comprar” sua aposentadoria gastando seu precioso tempo e sua preciosa energia em anos e mais anos, talvez até décadas e mais décadas, “batendo ponto”, realizando serviços burocráticos que muitas vezes não lhe agradam, apenas contando no relógio o tempo faltante para a sonhada aposentadoria. É claro que nem todos agem assim, mas uma parcela substancial de trabalhadores (infelizmente) ainda age dessa forma.
Porém, existe um outro grupo de pessoas que vê, não só no trabalho, mas também nos investimentos e sobretudo na frugalidade, uma forma diferente de acelerar o processo de aposentadoria. Elas gastarão seu tempo e sua energia no trabalho sim, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente, pois usarão seu valioso capital humano para construir patrimônio que lhes permitirá agir de forma muito mais autônoma à medida que se aproximar o período de aposentadoria. Em outras palavras, elas “comprarão” – ou terão a opção de comprar – sua aposentadoria com dinheiro. Resultado? Terão muito mais liberdade e opções de escolha quanto ao prazo para atingir a independência financeira.
O que você prefere: comprar sua aposentadoria gastando tempo + energia, ou comprá-la com investimento de dinheiro?
Evidentemente, não se está aqui a desconsiderar a importância dos benefícios previdenciários oriundos do setor público (INSS/regimes próprios) – aliás, é bastante razoável e até aconselhável assegurar também esses benefícios (justamente pela diversificação de fontes de renda, que diminui o risco de falta de renda no futuro) -, mas sim a realçar a relevância de se buscar o foco correto para construção de aposentadoria: ela é muito mais ligada a comportamentos ativos das pessoas, do que a dependência de fontes estatais de custeio.
Considerando que não existe patrimônio financeiro se não existir investimentos, e levando-se em conta que não há investimentos se você não gastar menos do que ganha, e partindo-se ainda do pressuposto de que, quanto mais você ganhar em seu trabalho e mais educado financeiramente for, mais dinheiro sobrará para abastecer seus planos de investimentos, a conclusão lógica que se chega não pode ser outra senão a de que o seu trabalho é a sua maior fonte de riqueza, que é, alias, conforme preconizado por Harry Browne, a primeira regra de ouro da segurança financeira, como já mencionamos em outro artigo. Sem desprezar a importância de obter boas rentabilidades com seus investimentos, é principalmente com a massa de aportes que você construirá patrimônio financeiro (afinal, é muito mais tranquilo ter 0,5% a.m. sobre um patrimônio de R$ 500 mil, do que ficar desperdiçando a vida buscando rentabilidades surreais de 3% ao mês sobre um capital de ……R$ 10 mil). Você tem um baixo grau de controle sobre os riscos de sua carteira de investimentos, e menor ainda é o seu grau de controle sobre a rentabilidade de seus ativos financeiros, mas você tem total controle sobre sua habilidade de gerar patrimônio, de gerar aporte, a partir do desenvolvimento de seu capital intelectual, de seu capital humano.
Você escolhe sua profissão. Você escolhe onde quer trabalhar. Você decide se quer trabalhar hoje ou se quer ficar em casa hoje (e sabe muito bem das consequências positivas e negativas de cada uma dessas escolhas). Você sabe muito bem das repercussões futuras de ficar em casa à noite, todas as noites, assistindo televisão ou ficar em casa estudando visando a uma qualificação profissional, que permitirá um aumento, uma promoção ou um bônus salarial, ou ficar em casa à noite estudando visando a uma aprovação num concurso público para um cargo melhor. Você sabe muito bem dos efeitos, sobre o bem-estar seu e de sua família, de você ficar se lamentando mimimi mimimi ou correr em busca de novas oportunidades de trabalho que gerarão mais renda e, portanto, mais sobras e mais massa para aportes em investimentos – afinal, você sabe o valor de aproveitar as oportunidades enquanto elas ainda estiverem disponíveis. Você sabe muito bem o o preço do comodismo, e como é chato ver pessoas que suaram a camisa, apanharam, mas venceram e hoje estão numa situação melhor, e você, que tinha todas as possibilidades do mundo para estar numa situação semelhante, preferiu ficar em sua zona de conforto. A pergunta que eu faço é: você acha realmente que sua força de trabalho vale isso que estão te pagando, ou vale muito mais? Se vale mais, por quê não ir à luta em busca de ter um salário que esteja à altura de seus esforços? Você merece o salário que te pagam, ele é justo, ou você vale mais que isso? Se vale mais, por quê não correr atrás?
Não, a questão não é ser um viciado em trabalho, um cara que “só pensa em dinheiro”. A questão é mais profunda e tem a ver com justiça: você deve ser remunerado de acordo com o preço de seu capital humano. E isso – quanto vale seu capital humano – quem decide é você. Quando você ganha R$ 1,5 mil por mês e acha que seu trabalho vale mais, digamos, R$ 4 mil, o que você está buscando não é apenas um emprego melhor. Você está buscando comprar também, digamos assim, um título de renda fixa de 800 mil reais. E assim por diante. As possibilidades de ganho são ilimitadas. Nunca vá atrás de nada menos do que você é capaz de realizar.
É certo que a comparação de sua força de trabalho com um título de renda fixa está sujeita a críticas e imperfeições, mas talvez essa seja uma das únicas formas de fazê-lo enxergar a importância de você investir, antes e acima de tudo, no seu trabalho. As coisas não se conquistam da noite para o dia. Exigem esforço, trabalho duro e muita, mas muita, mas muita mesmo, perseverança. Sem trabalho não há dinheiro, e sem dinheiro não há investimentos. Se você não trabalhar pelo dinheiro antes, será impossível o dinheiro trabalhar para você depois.
Volto a insistir: a questão não é abandonar valores como família, saúde e tempo em prol de um trabalho melhor. É justamente o contrário: aproveite que você está no auge de sua capacidade produtiva, e trate de fazer valer sua força de trabalho para gerar renda, pois é muito melhor tratar de ganhar dinheiro hoje, quando você tem saúde, energia de sobra, tempo à vontade, e disposição, do que ganhar dinheiro amanhã, quando você pode estar todo quebrado, fadigado, sem tempo e com disposição igualmente faltando.
Quer queiramos, quer não, o nosso mundo vive sob um regime capitalista, onde muitas das coisas boas dependem de dinheiro. Ter segurança financeira é essencial nos dias de hoje. Por isso, quando estiver em dúvida para que lado agir, erre para o lado da segurança, que também é uma das 16 regras de ouro da segurança financeira, preconizadas por Harry Browne, consultor financeiro norte-americano já falecido, mas cujas lições se perpetuaram, no livro Fail-Safe Investing: Lifelong Financial Security in 30 Minutes. No caso que estamos abordando hoje, erre para o lado que proporcione segurança financeira, e uma das maneiras legítimas de conquistar segurança financeira é buscando rendas ativas melhores, que sejam compatíveis com suas capacidades e sua força de trabalho. As pessoas vão te criticar dizendo que você está agindo só “pensando em dinheiro”. Não ligue para elas: isso é inveja. Ademais, as mesmas pessoas que te criticam são as mesmas que vivem numa eterna pindaíba, enroladas com dívidas no cartão, tendo na garagem carros financiados em 72 prestações, com garagem (e respectiva casa) adquiridos em financiamentos de 25 anos etc. Os “eternos reclamões” sempre existirão: trate, portanto, de apenas tolerá-los. Mas evite a convivência com eles. Afinal, como já escrevi antes, na Internet, é uma beleza! Mas, na vida real… ah, na vida real, como é difícil conversar sobre finanças com as pessoas….
Infelizmente, aqui no Brasil são escassos os textos de educação financeira abordando a importância dos investimentos no seu capital humano. A maioria dos assim denominados “gurus financeiros” abordam, nos seus respectivos “best sellers”, somente a mágica dos juros compostos e de como conseguiram ficar milionários comprando ações na baixa e vendendo na alta (sorte ou talento!?). Montam simulações e planilhas maravilhosas de como R$ 100 podem se transformar em R$ 1 milhão em poucas décadas. Dizem que, se você tivesse investido nas empresas XYZ e ASDFG 15 anos atrás, teriam hoje, fabulosos milhões em sua conta. Afirmam que, escolhendo as melhores ações das melhores empresas que pagam os melhores dividendos e apresentam os melhores múltiplos fundamentalistas do Índice Bovespa, utilizando técnicas gráficas ou fundamentalistas de escolha de ações, é possível ficar decamilionário daqui a algumas décadas, projetando uma rentabilidade anual de 15% a.a. blá blá blá, blá blá blá…
Cá entre nós, mas vamos cair na realidade: quem pode se dar ao luxo de construir uma máquina do tempo dirigida ao passado, voltar atrás, comprar no fundo e vender no topo. Ou então, construir outra máquina do tempo, avançar rumo ao futuro, selecionar só as melhores ações e ter retorno “garantido”. Outra: quem tem tempo e paciência de ficar no home broker analisando bandas de Bollinger, médias móveis de 555 dias, ondas de Elliot, ou então analisar balancetes, resultados trimestrais, condições macroeconômicas, enquanto a vida vai passando e as … oportunidades também? Será que todo mundo é igual? Será que todo mundo tem tempo de ficar analisando mercado? De repente todos os aplicadores no mercado financeiro precisam virar especialistas desse mesmo mercado, e gastar seu tempo com coisas que nada lhe importam, como escrevi nesse artigo: As coisas com as quais você se importa IMPORTAM para você? Não é preciso “bater o mercado” para ter rentabilidade nos investimentos e ter a certeza de que você está fazendo a coisa certa. Aliás, o que você quer realmente não é bater o mercado…. O que importa de verdade é o seu tempo presente, e ele deve ser focado, antes e acima de tudo, naquilo que você tem de mais precioso: no aprimoramento de suas habilidades transferíveis, no aumento de seu conhecimento técnico específico, na solidificação de suas redes de contatos, no aperfeiçoamento de sua fluência em idiomas estrangeiros, no desenvolvimento de seu talento para a escrita, na sua inteligência para resolver problemas em sua área, na sua capacidade de inovar e de entregar soluções que melhorem a vida dos outros. Ou seja, resumindo tudo em apenas duas palavras: no seu capital intelectual.
Sobre os supostos ganhos “extraordinários” apenas com a rentabilidade de investimentos, duas “duchas de água fria”: um link para um post do amigo Viver de Renda, onde os leitores estão chegando à conclusão de que é mais seguro construir patrimônio com aportes altos do que com rentabilidades altas – o que, no fundo, é a mesma conclusão desse artigo (= seu trabalho deve ser sua maior fonte de riqueza); e outro link para um post do amigo Zé da Silva, onde ele conta como ganhar muito dinheiro na Bolsa, cuja uma das possíveis premissas básicas que o levam à conclusão de seu texto é a mesma premissa que adoto nesse texto (= seu trabalho deve ser sua maior fonte de riqueza). Ter uma carteira de investimentos que, além de preservar capital, proporcione ótima rentabilidade, é ótimo, é maravilhoso, mas melhor ainda é ter condições de abastecer, alimentar, essa carteira, e a melhor forma de fazer isso é investindo seu dinheiro, seu tempo, e sua energia, no aprimoramento de seu capital humano. Invista primeiro em seu capital humano, e então terá condições de investir em seu capital financeiro, pois a construção desse último capital depende necessariamente da existência de reservas daquele primeiro capital (salvo, é claro, situações excepcionais, como dinheiro proveniente de herança, loteria etc.).
Está certo Robert Brokamp, do aclamado Motley Fool, ao dizer (texto em inglês) que uma grande carreira irá proporcionar uma grande aposentadoria. Ter capacidade de converter conhecimento em contra-cheque, bem intangível em bem tangível, força de trabalho em números em sua conta-corrente, te proporcionará excelentes condições de ter não só um futuro mais digno, mas também um presente com muito mais conforto e muito mais segurança. Trabalhar de forma inteligente, ganhar mais, e poupar horrores são ingredientes fundamentais dessa receita do bolo para ter uma vida mais saudável, e isso sob todos os aspectos, e não apenas no financeiro. O mesmo R. Brokamp publicou um ótimo artigo (texto em inglês) no Get Rich Slowly, ano passado, com 11 maneiras para turbinar sua habilidade de produzir renda.
Portanto, aja de forma a fazer crescer cada vez mais seu capital humano, pois é ele que proporcionará condições a você de ter capital financeiro suficiente para garantir uma aposentadoria tranquila, próspera e confortável. Estudar sobre investimentos é importante, aliás, é extremamente importante, uma vez que, quanto mais você estudar sobre investimentos, mais capital terá para assegurar um fluxo de renda estável na aposentadoria, aumentando sua autonomia em relação a terceiros. Em outras palavras, estudar investimentos é vital para assegurar a preservação do capital acumulado com trabalho duro na sua fase produtiva.
Entretanto, isso não pode ser feito, isso jamais pode ser feito, em detrimento, em prejuízo, do estudo dirigido à melhoria de sua capacidade de gerar renda através de seu trabalho. Crises vão, crises vêm, mas seu arsenal de conhecimentos na área em que você atua ninguém tira de você. Aproveite que você está no auge de sua capacidade produtiva e não desperdice as oportunidades que aparecerem. Enquanto você tiver vigor físico e intelectual, use-os como instrumentos para alavancar sua capacidade de construir riqueza. O maior pecado é não saber ou não querer explorá-los, seja por inércia, seja por mero comodismo.
Finalmente, devo esclarecer que esse não é um post para aqueles que ganham “x” reais por mês e, sabendo que podem ir além, se dão por satisfeitos. Esse é um post dedicado para aqueles que não têm medo de mudanças. Que sabem que têm condições de ir além. Que sabem que, com trabalho duro, esforço e dedicação extrema, podem fazer seu “título de renda fixa”, sua “NTN-B Principal”, não a que você tem no Tesouro Direto, mas a que você tem em seu cérebro, ter um valor de face muito maior. Não se acomode. Não se acovarde. Não quer espinhos em sua vida? Então não tente colher flores! Faça valer sua capacidade de gerar ativos, pois, se as prioridades mudam com o decorrer do tempo, não deixe para priorizar amanhã o que você DEVE priorizar hoje. Amanhã você não sabe se vai estar inteiro. Hoje você ESTÁ inteiro. Como disse Steve Jobs, “em vez de pensar a respeito do que aconteceu ontem, VAMOS INVENTAR O AMANHÔ. A gente se fala.
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
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Sobre o autor (Perfil do autor)
Fábio Portela L. Almeida é mestre em direito constitucional e em filosofia pela UnB. Atualmente, é doutorando em direito pela mesma universidade. É autodidata no mundo dos investimentos e tem por objetivo compartilhar seus conhecimentos com qualquer pessoa que deseje aprender um pouco sobre como economizar e investir adequadamente seus recursos.Comentários (8)
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Sites que remetem a esse artigo
- Quanto seu trabalho vale? | O pequeno investidor : Link Mundial | 31 de agosto de 2011





Ótimo post, muito realista e extremamente bem escrito. Fábio, vi que você colocou a referência ao Blog de origem do texto, mas solicito que você coloque também o autor. Parabéns pela inteligência de postar esse texto aqui e compartilhar conosco, seus seguidores.
Adonay, muito obrigado pelas palavras!
Fábio, muito muito feliz de ter um texto publicado aqui no prestigiado blog O Pequeno Investidor!
Aproveito a oportunidade não só por agradecer a republicação do texto, como também para te parabenizar pela alta qualidade dos posts e dos comentários que são escritos aqui, que fazem desse site um dos meus prediletos quando o assunto é saber mais sobre investimentos.
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus os abençoe!
Fábio, excelente conteúdo apresentado neste seu artigo “quanto vale o seu trabalho”.
Um abraco,
Guilherme da Luz
emprestimo.org
Texto simples e brilhante. É exatamente assim que todos deveriam pensar e agir.
Abraços!
Meu caro, seus últimos posts têm aparecido com caracteres estranhos no lugar dos caracteres com acento, exemplo:
“Quanto você vale? Para ser mais especÃfico: quanto vale seu trabalho?”
Não sei mais alguém está tendo este problema…
Uso Mac OS X 10.6.8 (no iPhone também aparece estranho assim também)
Edwaldo,
Alguns posts têm tido esse problema. Descobri o que ocorreu, mas vou ter que corrigir os posts um a um. Já fiz isso em vários, mas há ainda alguns com esse problema. Desculpe pelo problema!!