Em que investe o pequeno investidor?

| 4 de julho de 2011 | 39 Comentários

Muitos leitores têm me perguntado em que invisto. Como são vários os e-mails e comentários no blog pedindo que eu disponibilize minha carteira de investimentos, resolvi atender aos pedidos. Decidi fazer um pouco além, inclusive: até para que os leitores avaliem meu desempenho, postarei a rentabilidade da carteira até aqui, bem como um comparativo com o mês de junho deste ano. A propósito, tentarei postar, sempre no início do mês, minhas aquisições novas e o desempenho de minha carteira de investimentos.

Segue o desempenho da carteira até junho de 2011:

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Como o leitor pode observar, dividi a minha carteira em três partes. Na primeira, está descrito o meu portifólio de investimentos em ações. Minhas atuais aplicações no mercado de ações se iniciaram em maio de 2008, quando se iniciava a crise da qual a economia mundial ainda tenta se desvencilhar por completo. Se passaram 37 meses desde então, e esse foi um momento de grande aprendizado para mim. E considero que os resultados de minha carteira, nesse contexto, foram bastante satisfatórios: do início de maio de 2008 até hoje, o Ibovespa sofreu uma queda de 8,61%, ao passo que minha carteira de ações apresenta uma rentabilidade de 18,62%.

Um aspecto que considero importante a ser observado é o papel dos proventos nessa rentabilidade. Se o leitor observar, incluí uma coluna (Proventos) que descreve o impacto dos dividendos e juros sobre capital recebidos sobre a rentabilidade total. Assim, por exemplo, se você observar a rentabilidade total da Ambev (AMBV4), de 45,94%, um bom percentual do resultado se deveu aos proventos (7,74%, ou 16% do total). Isso já era esperado, já que, no longo prazo, uma parte substantiva dos ganhos com ações deriva dos proventos, e esse efeito, que se acumula ao longo dos anos, já começou a ser sentido na minha carteira. Mesmo nos casos em que as ações caíram (como a CSNA3), os proventos ajudaram a minimizar o impacto da queda.

No curto prazo, a carteira também tem mostrado solidez. Enquanto o Ibovespa tem apresentado, no ano, uma queda de 9,39%, minha carteira de ações caiu apenas 3,53%. Ou seja, a carteira tem apresentado um risco substancialmente menor tanto no curto prazo quanto ao longo dos meses. No ano passado, esse fenômeno também se repetiu: minha carteira subiu aproximadamente 10% no ano, ao passo que o Ibovespa mal subiu 1%. Acredito que isso se deve à diversificação com qualidade que tenho adotado, sempre buscando investir em ações de boas empresas nos mais diversos setores. O grande “vilão” da carteira é o setor de siderurgia, com queda de 18,31% em Usiminas, 25,25% em CSN. Também apresentaram queda as ações da Inepar (12,66%), que é a única ação na qual invisto sem respeitar meus critérios de investimento. Trata-se de uma aposta na reestruturação da empresa, mas, como ela representa apenas 1,08% de meus investimentos, mesmo perdas substanciais dela não afetariam tão negativamente meu patrimônio. Outra ação que caiu foi a do Banco do Brasil (BBAS3) – apenas 2,87%. Na ponta vencedora, destacam-se as ações da Marcopolo (+255,21%), Banrisul (+91,83%), Randon (+67,98%) e Ambev (+45,94%).

A outra seção da carteira destina-se à renda fixa. Até meados de abril, a maior parte de minha carteira (cerca de 70%) era composta por títulos do Tesouro Direto, mas tive que rebalancear a carteira tanto em razão das recentes quedas no mercado de ações, levando o preço médio da carteira para baixo, quanto em razão de algumas despesas que tive que realizar recentemente. De qualquer modo, essa parte da carteira – é responsável por uma alta expressiva. Os títulos NTN-B Principal com vencimento em 2015 apresentaram rentabilidade entre 2008 e 2011 de 50,30%, ao passo que a NTN-B Principal com vencimento em 2024 (na qual comecei a investir apenas há 2 meses e, por isso, não representa mais que 0,46% da carteira), tem tido uma rentabilidade negativa (de -1,78%), em razão do aumento recente na taxa Selic.

No total, entre maio de 2008 e hoje, a carteira apresentou uma rentabilidade total de 27,26%. Bastante baixa, reconheço, já que representa uma média de apenas 0,65% – pouco acima do rendimento médio da poupança. Isso se deveu, evidentemente, ao baixo rendimento das ações. Mas acredito que, no longo prazo, a carteira será vitoriosa, seja por conta do mecanismo de alocação de ativos que adoto, quanto em razão do futuro das empresas em que invisto. A maioria delas, hoje, é uma empresa mais lucrativa do que era em 2008 ou em 2009 e, por essa razão, acredito que em algum momento nos próximos anos o mercado concordará comigo.

* Observação: a menção às empresas de minha carteira não implicam a recomendação de compra/venda de ações de qualquer uma delas!

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Categoria: Ações

Sobre o Autor ()

Fábio Portela é investidor desde 2006 e disponibiliza neste site seus conhecimentos adquiridos ao longo do tempo, seja com sua experiência, seja por meio das leituras que fez ao longo dos anos. O autor é mestre em Direito Constitucional e em Filosofia pela UnB, e atualmente cursa doutorado em Direito Constitucional na mesma instituição.

Comentários (39)

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  1. A carteira de investimentos em setembro de 2011 | 3 de outubro de 2011
  1. Luiz Eduardo Teles Ribeiro disse:

    Bom dia, Fábio

    Poderia nos contar qual é a forma de alocação de ativos que você utiliza?

    Tenho cerca de 60% do meu capital investido no tesouro direto. Do restante cerca de 10% está investido em duas ações. tenho cerca de 30% do meu capital parado, mas gostaria de aumentar meu portfólio de ações, porém estou com dúvidas com a atual situação da bolsa.
    O que você acha? que agora é um bom momento para entrar comprando ações ou que é melhor aguardar um pouco mais?

    Abraços

  2. Gustavo disse:

    Fábio, a título de curiosidade, quando você iniciou seus investimentos em Bolsa? Qual foi teu primeiro ativo e o que te levou a comprá-lo naquele momento

    • Fábio Portela disse:

      Essa carteira começou em 2008. Meus primeiros ativos foram Itaú, Ambev, Vale, Petrobrás (me desfiz antes da capitalização), Saraiva e Natura. Naquele momento, eu não tinha ainda muita ideia do que estava fazendo, mas vi que as empresas apresentavam lucros crescentes e pareciam bem administradas. Fora a Petrobras, todas as outras confirmaram minhas expectativas e são, hoje, melhores empresas do que eram em 2008.

  3. Marcel disse:

    Parabéns Fabio.

    Além da Petrobras teve alguma empresa que te decepcionou e teve que vende-la?

    O que significa variação relativa?

    E você poderia disponibilizar a planilha que você usa pra controlar suas ações?

    Vlww.

    • Fábio Portela disse:

      Marcel,

      Não… das empresas que investi, mantenho praticamente todas. Vendi apenas Petrobras e Gerdau (por conta de minha exposição excessiva em siderurgia, e de não saber estimar o risco de boa parte da renda da empresa derivar do mercado americano).

      Variação relativa significa o impacto da variação que as ações sofreram no portifólio total. Por exemplo, as ações da Ambev (AMBV4) subiram 5,4% em junho, mas isso significou um impacto de apenas 0,29% na rentabilidade da minha carteira.

      Infelizmente, não posso passar a minha planilha para os leitores por razões de segurança, já que ela é alimentada por dados que contém minhas informações financeiras.

      Abraços,
      Fábio

  4. Ricardo disse:

    Oi Fábio,

    Parabéns pela iniciativa de divulgar sua carteira! Seja bem vindo ao grupo heheh.

    Abraços

    Ricardo

    http://www.eutonabolsa.com

  5. Humberto disse:

    Fábio, como você faz para calcular a rentabilidade a longo prazo incluindo as compras de novas ações? Eu invisto em ações desde setembro de 2007 e nesse período comprei e vendi várias ações, mas ainda não consegui montar uma planilha para acompanhamento da rentabilidade. Você poderia disponibilizar essa planilha com as fórmulas pra gente? Obrigado e parabéns pelo blog.

    • Fábio Portela disse:

      Prezado Humberto,

      Infelizmente, não posso passar a minha planilha para os leitores por razões de segurança, já que ela é alimentada por dados que contém minhas informações financeiras.
      Quanto ao cálculo, eu agrego as novas ações na planilha, elevando ou diminuindo o preço médio obtido.

      Atenciosamente,
      Fábio

      • Humberto disse:

        Fábio eu falei de postar a planilha com os dados financeiros em branco, somente com as fórmulas. Eu não quero ver seus dados financeiros, não!!! Mas, de qualquer forma, valeu pelas dicas.
        Um abração,
        Humberto

  6. José de Arimathéia disse:

    Obrigado pela generosidade. Seu blog é show.

  7. Aloisio Santelli disse:

    Boa Noite Fábio

    Sou seu fâ e leio todos os artigos.
    Gostaria de fazer uma pergunta. Eu só compro ações do ISE Bovespa, isso é válido em temor de aplicação?

    Um grande abraço

  8. saimon disse:

    disponibiliza ela ai pra galera Fabio! so queremos a planilha sem seus dados somente os calculos, eh simples salva com outro nome apaga todas informacoes suas pessoais e so deixa os codigos dos ativo com os calculos nas outras grades..abraço belo site leio diariamente!

  9. Grave Digger disse:

    Legal a carteira e o acompanhamento de o que foi comprado e vendido.
    Como receita do sucesso para o investimento de longo prazo eu acho que tem que escolher as empresas fantásticas, de crescimento, mas tem que também conseguir comprá-las a preços atrativos, abaixo da média histórica de P/L. Senão fica difícil rentabilizar. E se sim, o ganho pode ser imenso! Por exemplo, esse mês a SLED está negociando a 30 reais, barata. Já algumas outras estão caras. Então esse mês, minha compra foi SLED!

  10. Jean Jacques disse:

    Parabéns ao Fabio pela transparência já que 90% das pessoas que falam de investimentos, normalmente só postam operações vencedoras, somente uma observação, acho que a carteira não rendeu mais por dois motivos a diversificação está exagerada, e faltou controle de risco, embora a filosofia do Fábio seja o b&h, poderia ter usado a analise técnica para vender algumas ações no topo e recompra-las já no curto prazo.

    E o que eu faço isso tem me livrado de prejuízos, mesmo acreditando nas empresas que vendi e estou esperando o momento certo de recompra-las.

  11. Jason disse:

    Depois dessa rentabilidade desisti de ser holder

    • Fábio Portela disse:

      Respeito sua opinião, mas prefiro medir minha rentabilidade em períodos maiores, como 10 anos. Além disso, estou feliz por estar superando, em todos os anos, a rentabilidade do Ibovespa. Quando os ventos mudarem, não tenho a menor dúvida de que minha rentabilidade será bastante superior.

      Atenciosamente,
      Fábio

      • Paulo1 disse:

        Parabéns pelo blog e pelo foco no longo prazo, Fábio. Há uma frase que eu adoro: “value stocks are about as exciting as watching grass grow. But have you ever noticed just how much your grass grows in a week?” (Christopher Browne) ;-)

      • Jason disse:

        Mas você já descontou os custos ?
        Eu respeito você mas não se esqueça que o dow jones também já andou de lado uma vez por 10 anos.

        Mas vou torcer que tudo dê certo para você e todos nós, boa sorte amigo.

  12. Ronnie disse:

    Acho que o Jason comentou sobre custos, porque vc não levou em conta o desconto dos impostos, corretagens, emolumentos e prováveis slippages na sua rentabilidade. Considerando que vc comparou o resultado do conjunto do seu portfolio com a poupança que é isenta de IR e livre de taxas.

    Aliás, falando em comparações com taxas livre de risco, sob o ponto de vista de Markowitz, o seu portfolio está localizado no ponto mais arriscado do grafico da fronteira eficiente: um valor de baixa rentabilidade (próx. a poupança) contra um valor de alta volatidade (sua exposição a 72,5% em RV).

    • Fábio Portela disse:

      Esses custos foram levados em consideração no momento em que calculei o preço médio de cada investimento. Quanto ao risco, não considero a volatilidade um fator de risco tão considerável, já que minha meta de investimento é para daqui a 20 anos. A baixa rentabilidade não diz respeito ao tipo de investimento que fiz em ações, mas ao momento atual da economia mundial.

  13. Ronnie disse:

    Segundo sua explicação:

    “Esses custos foram levados em consideração no momento em que calculei o preço médio”

    Interessante essa metodologia. Seria de grande valia se vc não se importar de disponibilizar a fórmula de como se calcular antecipadamente o custo do IR e outros sobre a venda de um ativo, através do seu “preço médio” (preço médio é igual a custo de aquisição?).

    Porque ao se observar, por exemplo, o ativo AMBV4 ali está registrado: “preço médio” 37,14 e “preço atual” 51,33. Então 51,33/37,14 = 38,20% de rend + 7,74% de proventos = 45,94% que é o que está registrado sob a chancela “rentabilidade” na sua planilha, que, aparentemente, foi calculada sobre o “preço atual” (preço atual é igual a preço spot de mercado?).

    • Fábio Portela disse:

      Prezado Ronnie,

      Eu só vou poder incluir o Imposto de Renda na rentabilidade no momento em que eu vender minhas ações e tiver que recolher o valor. Até porque, se eu vender dentro do limite de R$ 20.000,00, posso não pagar nada de imposto! Além disso, posso até não querer vender nunca o ativo, se a empresa continuar a satisfazer meus critérios de investimento. O resto dos custos – com custódia e taxas de corretagem – eu incluo no preço de compra do ativo!

      Quanto ao preço atual, eu calculei sobre o último preço do pregão do último dia do mês.

      Abraços,
      Fábio

  14. v disse:

    Ótima carteira! Só pensava que vc tinha um percentual maior em Ambev ou em Eletropaulo. Eu tenho umas 4 ações com participação maior e umas 10/15 mais diluídas.

  15. Ronnie disse:

    Entendo. Muito obrigado pelo esclarecimento.

    É sempre uma aula ler os textos e suas posteriores explicações.

    Então o pulo do gato do pequeno investidor é quando quisermos vender os ativos, que sejam sempre dentro do limite de 20k.

    Mas então, adotando essa estratégia em RV, mesmo daqui a 20 anos, eu não ficaria sujeito a síndrome de ser um eterno pequeno investidor?

    Visto que se a minha carteira de ações atingir um valor de digamos 240k daqui a 20 anos, eu levarei um ano inteiro pra vendê-la, de forma a não pagar IR e assim conseguir competir com a rentabilidade da poupança ?

    • Fábio Portela disse:

      Não necessariamente, Ronnie! Pode ser que, em 20 anos, você tenha uma rentabilidade muito superior à poupança (é o que esperamos, não é verdade?)!! Assim, mesmo pagando impostos, provavelmente sua rentabilidade será bastante superior!

      Abraços,
      Fábio

  16. Ronnie disse:

    Claro, afinal de contas como vc mesmo ensina em relação ao futuro no longo prazo: “não considero a volatilidade um fator de risco tão considerável, já que minha meta de investimento é para daqui a 20 anos”

    Mas gostaria de compreender e aprender mais com vc sobre o tema rentabilidade de uma carteira.

    Vc explicou que considera os resultados de sua carteira, bastante satisfatórios, visto que desde maio de 2008 até a data do seu texto, o ibov registra uma queda de 8,61%, enquanto sua carteira apresenta uma rentabilidade de 18,62%.

    Mas existem dois aspectos nessa comparação que me deixam um pouco confuso:

    1) na data do seu texto o ibov estava proximo a 64K, enquanto em maio de 2008 o ibov estava entre 70 a 73K num valor bem proximo do ultimo TH antes do estouro da bolha que foi próximo a 74K. Sendo assim, usando um valor fixo tão proximo a um TH, não seria justo afirmar que qualquer comparação com valores atuais e futuros do ibov, com um valor tão próximo ao último TH sempre será negativo ou próximo de zero enquanto esse TH não for superado?

    2) e pelo o que entendi, sua carteira foi sendo montada aos poucos (preço médio) ao longo dos últimos 3 anos. E suponho que vc foi fazendo esse preço médio pra baixo, de uma certa forma, pra sua carteira poder ser comparada com o valor ibov, o justo não seria ir estimando essa comparação na mesma proporção do valor médio do ibov ao mesmo tempo e medida que foi comprando os ativos da sua carteira? Estou com essa dúvida, porque se fazemos preço médio pra baixo e comparamos a rentabilidade desses preços médios com um índice fixo tão próximo a um TH, acredito que a rentabilidade estimada desses preços médios sempre terá grande probabilidade de ficar acima, ou no mínimo, bem próximo do valor sugerido em maio de 2008.

  17. Ronnie disse:

    em tempo, editando:

    “Estou com essa dúvida, porque se fazemos preço médio pra baixo e comparamos a rentabilidade desses preços médios com um índice fixo tão próximo a um TH, acredito que a rentabilidade estimada desses preços médios sempre terá grande probabilidade de ficar acima, ou no mínimo, bem próximo da rentabilidade desse valor do ibov registrado em maio de 2008 entre 70 a 73K.”

  18. jon66 disse:

    Boa tarde! Observei que sua carteira de ações é semelhante a essa do fundo Itaú Dividendos Ações:

    http://www.itauinvestnet.com.br/itauinvestnet/fundos/conheca_fundos/fundos.aspx?op=3&cfdo=50193

    Gostaria, se for possível, de saber sua opinião se esse fundo é uma boa opção para aplicações de R$ 1.000,00 mensais num prazo de 10 anos ou mais. Muito obrigado e parabéns pelo blog!

  19. vinicius magrin disse:

    ae galera!
    pra quem quer fazer o controle do portfolio e da renda em geral, eu recomedo o gnucash. é espetacular e gratuito.

    tem faq e tudo. achei meio dificil so nos primeiros dias.
    agora faco tudo por ele

  20. fox disse:

    Atualização da carteira?

  21. Patricia Stahl disse:

    Ola amigos!

    Meu nome eh Patricia, nunca investi e estou estudando na internet as acoes que devo comprar.
    Meu investimento inicial sera de R$1600 e todo mes colocarei entre R$200 e R$300.
    Acredito q colocarei 70% no tesouro direto porem os 30% restantes estou mt na duvida sobre o que fazer.
    Vale, Bradesco e Ambev seria um bom comeco? O q vcs me recomendariam?

    Muito obrigada pela atencao! :)

    • Fábio Portela disse:

      Patrícia,

      O principal, antes de começar a investir, é começar a estudar. Não confie em dicas de ninguém!! Muito menos para ações específicas… eu gosto das 3 empresas que você citou (e invisto na Vale e na Ambev), mas a decisão de investir em uma delas é muito pessoal.

      Atenciosamente,
      Fábio

  22. Felipe disse:

    Prezado fábio,

    Primeiramente meus parabéns pelo site e pelos grandes esclarecimentos de maneira clara, direta e inteligente como trata o assunto.

    Ainda nao sou investidor, mas estou me interessando sobre o assunto diante de todas estas notícias de crise, compra de ações e tal…

    Vi que voçe fala muito em estudar antes de investir, gostaria de indicações de livros para iniciantes e manuais práticos de como investir e assim fazer o meu perfil.

    Obrigado.

  23. Gostei da carteira, apesar de deixar as ações um pouco por enquanto, mas já ganhei uns bons 20% em cima de algumas desess.
    Abraços

  24. nando disse:

    boa noite,

    estou iniciando meus investimentos na renda variável e gostaria de uma planilha de controle de meus ativos parecida com essa ai acima. tem como disponibilizar ela no site ou enviar no meu e-mail. desde já agradeço a atenção

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